Descansa rapaz,
o mundo não cessa para te ver correr.
Bate as cordas do violão.
Anda a brincar com os gatos na rua.
Se enche de lua.
terça-feira, 19 de maio de 2015
terça-feira, 12 de maio de 2015
(a) casa (o) cesto (a) agenda ou o caso do cesto na casa da agenda
tem dias que agente não sente - nada contra os insensíveis - é que ainda não me acostumei a pisar em cacos. Lá vem a vida pequenina e brisa, vai longe quando se vê. Nas horas amenas balançando em redes vazias nem veem o passar das horas. Caminhando alegre nem caminha, nem alegre, nem caminha alegre. Caminha?
E passar das horas
vez e passarinho
pássaro
passar das horas
caminha a passos acelerada-remitente quase parando
ora
vai
ora
voa
ora
vem
sábado, 10 de janeiro de 2015
Sexta-feira de Outono
Rosa parou diante da porta e mexendo na bolsa tirou a chave e abriu a porta. Ao entrar foi como se algo a empurrasse para aquele móvel da sala onde estava o porta-retratos, olhou-o e relutou em se aproximar pensando que já deveria ter se livrado daquela foto. Sem conseguir resistir chegou perto e começou a chorar. Era como se o choro estivesse alí presente o tempo todo e somente necessitasse de uma pequena, qualquer mínima razão para se manifestar em lágrimas. Passando o choro tirou os sapatos e deixou-os num canto da sala, indo a cozinha deu uma boa olhada no que havia disponível na geladeira para a janta, chegou a conclusão que macarrão era o mais rápido e fácil para uma pessoa só e de repente lembrou do purê de batatas com bife quase sagrado nas sextas-feiras a dois.
Decidido a janta foi direto para o quarto tirando as roupas no caminho e jogou-as no sexto para roupas sujas n'algum canto do quarto. Deitou na cama e quase sucumbindo ao cansaço e deixando-se dormir sem banho e sem janta levantou num pulo e escolheu uma música dançante, o ritmo da canção deu novo ânimo e o corpo obedecendo a impulsos desconhecidos começou a balançar, quando viu estava totalmente envolvida pela dança. Rosa sorriu. Como as músicas fazem bem a alma. Tomou banho e agasalhou-se, fazia frio aquela noite de outono. Botou a água no fogo e um barulho intenso que entrava pela janela da sala deixou-a preocupada, pensando em como eram comuns os acidentes naquela avenida movimentada porém logo o barulho cessou e Rosa sentiu-se confortada por estar em casa.
Feito o macarrão, encontrou uma garrafa de vinho pela metade escondida no fundo da geladeira e animou-se com tamanho requinte para uma sexta-feira a noite tão solitária. A música ainda rolava ao longe, no quarto. Dispensou a mesa e foi para o sofá como de costume. Ao terminar lavou as pouquíssimas louças e foi pro quarto, agora tocava um música lenta, pegou um livro na estante e tentando concentrar na leitura só conseguia ficar a toa viajando em pensamentos que insistiam em tomar toda a sua atenção e que pareciam não ter ordem, pois, pensava no dia de trabalho, no compromisso de amanhã e principalmente na proximidade da data em que tudo ocorrera.
Chorou novamente com a canção que se iniciava, não dava para não lembrar. Levantou-se e desligou o som. Retomou a leitura. Quando o sono enfim se tornou mais excitante que a leitura, levantou-se e foi ao banheiro escovar os dente. Deitou-se e aconchegando-se na cama sentiu falta de algo como sempre. A lembrança lhe tirou o sono e ficou acordada no escuro com os fantasmas a rondar seus pensamentos. Depois de muito rolar na cama a brisa morna que entrava pelas frestas da janela do quarto embalou seus sonhos.
No dia seguinte de pé logo cedo arrumou-se, tomou só um café e antes de sair sentiu um arrepio, lembrou-se como sempre se sentia ao ir ao cemitério, não conseguia evitar, mas respirou fundo e saiu.
Decidido a janta foi direto para o quarto tirando as roupas no caminho e jogou-as no sexto para roupas sujas n'algum canto do quarto. Deitou na cama e quase sucumbindo ao cansaço e deixando-se dormir sem banho e sem janta levantou num pulo e escolheu uma música dançante, o ritmo da canção deu novo ânimo e o corpo obedecendo a impulsos desconhecidos começou a balançar, quando viu estava totalmente envolvida pela dança. Rosa sorriu. Como as músicas fazem bem a alma. Tomou banho e agasalhou-se, fazia frio aquela noite de outono. Botou a água no fogo e um barulho intenso que entrava pela janela da sala deixou-a preocupada, pensando em como eram comuns os acidentes naquela avenida movimentada porém logo o barulho cessou e Rosa sentiu-se confortada por estar em casa.
Feito o macarrão, encontrou uma garrafa de vinho pela metade escondida no fundo da geladeira e animou-se com tamanho requinte para uma sexta-feira a noite tão solitária. A música ainda rolava ao longe, no quarto. Dispensou a mesa e foi para o sofá como de costume. Ao terminar lavou as pouquíssimas louças e foi pro quarto, agora tocava um música lenta, pegou um livro na estante e tentando concentrar na leitura só conseguia ficar a toa viajando em pensamentos que insistiam em tomar toda a sua atenção e que pareciam não ter ordem, pois, pensava no dia de trabalho, no compromisso de amanhã e principalmente na proximidade da data em que tudo ocorrera.
Chorou novamente com a canção que se iniciava, não dava para não lembrar. Levantou-se e desligou o som. Retomou a leitura. Quando o sono enfim se tornou mais excitante que a leitura, levantou-se e foi ao banheiro escovar os dente. Deitou-se e aconchegando-se na cama sentiu falta de algo como sempre. A lembrança lhe tirou o sono e ficou acordada no escuro com os fantasmas a rondar seus pensamentos. Depois de muito rolar na cama a brisa morna que entrava pelas frestas da janela do quarto embalou seus sonhos.
No dia seguinte de pé logo cedo arrumou-se, tomou só um café e antes de sair sentiu um arrepio, lembrou-se como sempre se sentia ao ir ao cemitério, não conseguia evitar, mas respirou fundo e saiu.
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
autonomia, ou somos como cães domesticados e sociáveis no método assistencialista
Ainda
hoje, a cerca de nove meses depois dos primeiros moradores da
residencia universitária terem entrado na casa, ainda observamos
problemas urgentes serem paleados enquanto o que mais importa na
gestão da casa é empurrar os moradores para os quartos enquanto
outros são fechados com colchões para turistas.
A
residência universitária de Picos, sediada no campus da UFPI, têm
16 quartos, duas cozinhas, dois laboratórios, duas salas de
televisão, além de duas salas de convivencia, dois quintais, tudo
dual. Ainda que não tenha móveis e espaços suficientes para 45
pessoas (lotação atual), a mesma foi projetada para 96 pessoas.
Numa última assembleia geral da residencia, observando esse
agravante e admitindo a não capacidade de 96 pessoas, a assembleia
que envolveram moradores, técnicos e gestão do campus,
estipularam-se um novo limite de moradores, chegando a conclusão de
que 64 pessoas seria o novo limite.
Não
é um limite adequado, já percebe-se que a demanda da casa com o
número atual, que são pouco mais de 42, já é caótica (problemas
de infraestrutura em todos os lados da casa, começa nos quartos,
especificamente nos banheiros, depois passa para os armários de
roupas, falta espaços de estudo na casa, cozinhas desproporcionais
para o número de moradores, refrigeradores desproporcionais, etc...
etc... etc... e isso dão uns trinta e cinco anos de artigos
alternativos), e temos espaços e móveis proporcionalmente
inferiores a demanda total em 3 vezes menos. Sem falar em
equipamentos de informática que ainda não chegaram, enquanto
estamos no nono mês de residencia e quase três anos de inauguração;
infraestrutura dos banheiros totalmente avariada em função da
construtora responsável pela obra da residência ter deixado mais
problemas que solução para os terceirizados da manutenção; entre
outras demandas as que mais nos assustam ainda hoje, é a boa vontade
do Núcleo de Assistência Estudantil em remanejar alguns
moradores para quartos já ocupados, com a intenção de esvaziar
outros quartos para depósito de colchões ociosos que também foram
retirados dos quartos ocupados (claro isto alegando a conservação
dos quartos e colchões, e a distribuição de produtos de limpeza –
o mesmo que citamos ser insuficiente o abastecimento –, mas e a
conservação e o bem estar das pessoas que aqui moram não é
prioridade, e claro, isto alegado pelo núcleo de assistência
estudantil/social – não patrimonial –,
mas o que é a vida senão paradoxo),
isto enquanto temos problemas de abastecimento da alimentação e dos
produtos de limpeza, ou seja, problemas básicos, mas tudo é uma
questão de prioridade, claro!
Para
quem é morador da residencia e quem pretende ou já se inscreveu no
processo. Lembre-se, essa residencia de moradores é para quem
realmente não tem condições de pagar aluguel, sem renda e sem
ajuda financeira, portanto, se você veio só para ocupar quarto,
vaze!
E
para quem precisa morar na residencia universitária, se é
necessidade, pois é para lutar para que seja o melhor lugar para
viver, ambiente de estudo, de repouso, de laser, de socialização e
de qualidades dignas e básicas de sobrevivência. E não vamos
aceitar lotação dos quartos enquanto todos os espaços da casa não
estiverem abertos e funcionando em suas condições mínimas. E
outra, para a gestão do campus, que quer mandar e desmandar na casa,
estamos em processo de auto gestão, então vaze! À comissão
eleitoral, necessário ficar esperto com os urubus. E aos candidatos,
preparem-se para a resistência, não vamos mesmo aceitar
passivamente os mandos e desmandos de qual quer hierarquia externa a
casa, sejam quem sejam os reis. Ou temos autonomia, ou somos como
cães domesticados e sociáveis no método assistencialista.
domingo, 26 de outubro de 2014
asfya qui cia
asfya..
correndobecoseco baladabeladiz ser... morrodentro
corredapala. da praça. da caça. do jardineiro.
meupovoehsabor eh negro. colopolar curandeirorar na roda sambadabola
quembrolhoussou meussamba
[hejaneiro]
nenvihpassar o carnabaristas pirofagiando pelazesquinazesquisitas
fugiu. pegou. eh gol? nem vih o circu passar
nem eh samba nem carnaval
nem tem copanem. janeirou. caiu. barrou.
abolaboladasambadabolou...
e
amargaridapareceu tefalando baixinho
amargaridapareceu tefalando baixinho
quem diz que sou brasileiro?
nem tenho ginga nem berimbau. meu samba criolo samba
na roda valente bamba
nem eh carnaval nem feriado nacional
eh a passada de bolaquenãodeixa a baiana bolada passar.
e o circutahpassando nahtelevisão
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Gêmeos (hoje eh dia nove)
A noite nem demora/ Tudo pássaros / Tudo gatos/ Assados pelo sol picoense/ Demonstrações de afeto e amor/ São como cachoeiras que suspensas pelo vento/ Faz tuas águas voltar/ Vencendo leis em prol de outras
Nunca sentamos para um mesmo jantar/ E ainda que compartilhanglóbulos/ Somos sinos/ Tinindo/ Reagindo e agindo/ Não na mesma ordem
Somos touros/ peixes/ leões/ caranguejos/ somos quem somos/ sagitários/ aquários/ balanças e virgens/ e a liberdade grita/ cabras/ unicórnios/ escorpiões não me balanças
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
O número um
Você fuma unzinho[1]?
Não. Pois deveria experimentar. A marimecânica
das coisas está presente na mecanicidade das ações humanas, que passa a
pormenorizar as ações individuais, em prol do inconsciente coletivo. Isto
quando deveríamos das ações individuais, compreender seus resultados em prol do
coletivo, para que dessas experiências, possamos entender a solidariedade orgânica, e apesar de um
conceito durkheimniano[2],
até mesmo pela sua pesquisa envolvendo os suicídios
em setores da sociedade que estavam mais predispostos as individualidades e
ao isolamento nas particularidades e ações que talvez pareçam irrelevantes, mas
pelo contrário são fundamentais para a construção de uma solidariedade mais
orgânica e menos mecânica. É possível que a solidariedade orgânica seja
compreendida na medida em que os indivíduos percebem seus pares, e partam das
ações individuais e de curto alcance, para ações coletivas intencionais.
E ainda que a alteridade se
apresente e demonstre o quanto agimos em prol do coletivo, mesmo não
intencionalmente, e até mesmo inconscientemente muitas das vezes, a proporção
da consciência dessas ações, isto é, a sua intenção, promove algo muito maior,
o que chamaremos de ação consciente,
ou viversi[3],
e aqui provocando a postura da linguagem como veículo de censura, quando
deveríamos apropriar os mesmos para a comunicação inteligente e criativa.
Interagindo com os sotaques e ruídos que a linguagem promove em sua oralidade.
A negação da oralidade como veículo de comunicação culta, subestima a posição
da mesma frente aos incursos promovidos na sociedade, portanto,
assimetricamente, explorar e desmistificar os meandros da linguagem a sem a
intenção de segrega-la, é a possibilidade de enfrentarmos no campo culto as
marginalizações da literatura alternativa e metalinguística.
Somos indivíduos, células, autônomos, e apesar de negarem repetidamente nossa individualidade, só o que fazemos é ignorar. Isto é, quem ignora, são os indivíduos que promovem osmetalinguagemundismo. A nossa postura nos representa. Somos unzinho, quando não nos submetemos as desigualdades e repetidas impunidades quais convivemos e suspeitamos por nossas próprias capacidades perceptivas. Quando fumamos um antes e depois da aula, para melhorar as conexões, a criatividade, e possibilitar uma melhor socialização sem preconceitos, somos unzinhos por aí, desmistificandumundo enquivivemos.
[1] E um back, você já fumou? Entender essas
perguntas te desrespeita no sentido de você compreender um dialeto alternativo,
uma cúpula de linguagens, promovida pelas alternatividades do cotidiano;
expressão que designa a maconha ou cannabis sativa em forma de cigarro ou baseado.
[2] Uma referência aos estudos de Émile Durkheim,
sociólogo francês que estudou a sociedade a partir das compreensões
positivistas de Augusto Comte, e mesmo de conceitos
[3] A capacidade de viver
para o coletivo nas mínimas ações, e intencionalidades, permite ao sujeito
promover em si mesmo, reflexões e
mudanças de posicionamentos frente a preconceitos e pormenores
individualizantes. Portanto, VIVER-SI
ou VIVERSI.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
umbigo
Segue
aí, cartaz das oficinas de teatro que culminarão nas mostras para a
Semana de História de Picos...
Oficinas
abertas para todos os públicos... Ocorrerão todas as terças e
quintas, entre 07h e 09h... e/ou 19h e 21h.
Lembrando
que fica a cargo do participante ir em ambos horários ou não. Uma
vez que são experimentos micro.espaço.temporal. No qual, cada
encontro é um encontro único: com experimento; construção; e
resultado;
Amutodos...
ps.: Lembrando que começaremos amanhã cedo no pátio... não precisa inscrever-se... no processo quem for ficando vai se inscrevendo... e assim quem terminar junconosco receberão seus respectivos certificados...
sábado, 13 de setembro de 2014
saibam do que estou falando
Então
vamos lá. Escrevendo aos estudantes, técnicos, professores, e
especialmente a cara Thays, que motiva-me a escrever tal relato.
Nos
últimos quatro anos e alguns meses, estou em Picos e desde então
posso abordar com propriedade de quem vive por aqui, algumas das
negligências e oportunismos aos quais somos expostos por aqui.
Em
2010, e sem me importar muito com o contexto político, a primeira
impressão da cidade foi a de caotismo; a segunda e posteriores não
foram diferentes: a poeira; os alagamentos de casas da periferia; o
esgoto à céu aberto; a falta de investimento em cultura que reflete
na falta de teatro, cinema, espaços de sociabilidades e
entretenimento; o trânsito caótico; a falta de pavimentação na
maior parte da cidade; o transporte público coletivo deteriorado e
de custo maior que todas as cidades do interior do nordeste e algumas
capitais; custo alto de vida pelo inchaço promovido pelo fluxo de
estudantes, refletindo na cesta básica e na moradia (especialmente
nos alugueis).
Em
2011, 2012 e 2013, a cidade de Picos, resolveu alguns de seus
problemas, minimamente, entre gritos e manifestações forçadas por
uma marcha nacional o último desses anos foi o mais propensos a
mudanças sociais, mas não houveram nenhuma delas. Em 2014 temos
muito o que fazer ainda, e especialmente pelo processo eleitoral
marginalizar todos os outros agravantes sociais que vivemos ano após
ano em Picos e no Brasil.
Enfiado
numa universidade do interior do nordeste brasileiro, estamos nós,
naturalizados picoenses, viemos de vários lugares, e é possível
que soframos tanto quanto, ou até menos que muitos outros
universitários do interior do Brasil. Na nossa universidade federal,
tudo parece maravilha. Nos último oito anos, com o processo de
expansão das universidades e a propulsão de outros setores da
educação e ciência, as pessoas andam maravilhadas falando das
maravilhas feitas pelos governos o que com certeza nenhum outro fez,
mas sem a consciência de que nós (humanos e especialmente
brasileiros) que ás tornamos possível.
Torno
essa fala presente, por que entre os prédios que foram inaugurados
em 2011 na UFPI de Picos, está a residencia universitária,
que está mais para um presídio com penas em “semifechado”
(vocês me entenderão no decorrer). Bem esse prédio que foi
inaugurado a três anos, só foi parcialmente ativado e aberto para
os estudantes do campus nos últimos cinco meses. Isto é,
parcialmente ativado e aberto, por que, laboratório de
informática, salas de TV, cozinhas, sala de estudos e
lavanderias, nunca
foram totalmente abertos.
A
nossa sala de estudos,
só foi aberta nas duas últimas semanas, depois de muita pressão
dos moradores, mas parcialmente, pois ainda não disponibilizaram
pontos de rede, nem
poltronas suficientes para a quantidade de moradores.
Nosso
laboratório de informática,
sedia um almoxarifado da universidade sem nenhuma autorização dos
moradores da casa ou coisa parecida, enquanto esses mesmos moradores
permanecem sem acesso livre a internet,
sem computadores, sem impressora, e nem sequer o espaço
disponibilizado para os residentes,
e quando tentam ir para o
pátio ou para algum centro acadêmico depois das 22:30hs para
acessarem internet, são coagidos a se retirarem pela segurança
patrimonial, que são coagidos pela direção do campus a agirem com
tamanha pressão, exceto quando se trata dos diretores do DCE, esses
são preferenciais, e podem ficar em suas salas 24 horas, sem nenhum
incômodo, afinal, são amigos da direção, e inclusive quem os
elegeram pela campanha que mobilizaram entre os estudantes, logo,
troca de favores.
Nossas
salas de TV, são
duas, uma delas está desativada, a outra está parcialmente
funcionando, afinal, enquanto a TV que foi tombada pelo
patrimônio como eletrodoméstico da residência
foi avariada, inclusive deslacrada (perdendo
a garantia de fábrica) antes mesmo da casa ser aberta aos
residentes. Temos no pátio uma
TV com as mesmas referências da que deveria vir para casa,
e uma sala de TV que não suporta dez moradores,
sendo disponibilizada para trinta.
O que nos leva a associar que a TV que se encontra no pátio é uma
suposta TV da segunda sala.
Enquanto tudo isso tramita, temos uma TV avariada, uma TV
desaparecida e nem sequer tombada pelo patrimônio, e moradores
atônitos.
Entre
as duas cozinhas, temos só uma
delas totalmente aberta, a outra, ainda falta nosso fogão,
supostamente avariado, segundo
fala de terceirizado que não identificaremos, e parte das
louças e paneleiras que ainda
não nos foi disponibilizada mesmo estando na casa, numa
suposta dispensa, a qual não temos controle de chaves.
Para
fechar com chaves ou sem chaves, temos ainda
as lavanderias,
são duas, com duas supostas máquinas de lavar
que nunca chegaram na residência, e nem sequer aparecem no
tombamento.
Solicitamos
extraoficialmente à direção do campus de Picos e PRAEC, que
apreciem nossas questões e nos enviem, e dessa vez não vão se
fazer de desentendidos e nos enviar um tombamento mal feito,
solicitamos
a descrição de todos os elementos adquiridos via licitação para a
residencia universitária de Picos.
A
direção do campus (queremos denunciar
publicamente), tem
assediado (ameaçando-os de
demissão e retaliações)
os terceirizados, entre eles seguranças
e pessoas do serviço geral,
para vigiar e fazer pressão entre
os residentes pela
desocupação dos espaços da universidade. Inclusive, expedem
diariamente relatórios produzidos a cerca de nossas movimentações
e particularidades, inclusive citando nomes, enviando-os à direção
e reitoria, segundo informação de um dos seguranças e
residente que inclusive viu alguns dos relatórios,
expondo-os
inclusive para nos amedrontar e pressionar psicologicamente.
À
direção e reitoria, só lamentamos por suas políticas de
recriminação e segregação não funcionarem, afinal, ocuparemos os
pátios, CA's e DCE, em todos os horários que acharmos pertinentes.
Se ocupamos esses espaços, fica muito evidente que a assistência
estudantil está falhando em sua função, que seria tornar
tranquila, confortável e completa a nossa assistência.
Enquanto
continuarmos sem laboratório de informática, e sem acesso
à internet, ocuparemos
outros espaços para termos acesso e condições
para a execução de nossas pesquisas, que dependem totalmente dos
mecanismos de rede para a aquisição de fontes digitais,
bibliografias e conexão com
outros pesquisadores.
Ou
seja, estamos descrevendo aqui esses problemas, para que todos que
tiverem acesso ao mesmo, sentirem um pouco na pele das disfunções
dos nossos gestores, pessoas que deveriam trabalhar para nós,
servidores público, mas que na verdade prestam mais um desserviço
para a comunidade acadêmica e quando o reflexo disso atinge toda a
comunidade picoense. E para
fechar, gostaria de saber o que essa direção e retoria vem fazendo
nos últimos anos e atualmente para melhorarem nosso campus e
especialmente nossa residência, por que temo, e isso é real, que
vocês nem sequer saibam do que estou falando.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
si, porondeandousesdous
..................................vinapalestina..................
................................................................navepalestina...................................
................................................................navepalestina...................................
................................................lestinalevepa.........
......................................palesvivestina..............................................
........................................................vivepalestina...................... palestinaviva......................................................
..................vipalestinava ............................................................napalestina.................... palestinavivepa............................................................... pelesvevitina...........
..........................................
................................................................................voapalestinavi...........................................
.....................................................................vivapalestinaviva...................
.........................pallestinavoavi....................
..................voavipalestinava......................... palestinanavivanavi..................................................................
......................palestinanavivanaviva......................................... vivoavapalestinavi............................
palestinavivu
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
(…)
eçatramza
miscijenadissima: ditantranzar
gingadarebolada-embolanditangingar
suavinanavi:
interistrelangingando/descendendoladeirembolando
uhmana
quesaudadimaria
nessaGINGAdaBOLAparenteseBAMBAquenossaSACAeh;
meupoetaprefiridoeh
quintanorquatdrumondlispectnerudissista
todosnúsdionisando
entreseiasbacanaisanais
anuaismesmos
todasemanasoumesmo fiasditodosdias
flores;
mmaria.
eçatramza
miscijenadissima: ditantranzar
gingadarebolada-embolanditangingar
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interistrelangingando/descendendoladeirembolando
uhmana
quesaudadimaria
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meupoetaprefiridoeh
quintanorquatdrumondlispectnerudissista
todosnúsdionisando
entreseiasbacanaisanais
anuaismesmos
todasemanasoumesmo fiasditodosdias
flores;
mmaria.






