terça-feira, 12 de maio de 2015

(a) casa (o) cesto (a) agenda ou o caso do cesto na casa da agenda




tem dias que agente não sente - nada contra os insensíveis - é que ainda não me acostumei a pisar em cacos. Lá vem a vida pequenina e brisa, vai longe quando se vê. Nas horas amenas balançando em redes vazias nem veem o passar das horas. Caminhando alegre nem caminha, nem alegre, nem caminha alegre. Caminha?

E passar das horas

vez e passarinho

pássaro

passar das horas


caminha a passos acelerada-remitente quase parando


ora

vai

ora

voa

ora

vem

sábado, 10 de janeiro de 2015

Sexta-feira de Outono


Rosa parou diante da porta e mexendo na bolsa tirou a chave e abriu a porta. Ao entrar foi como se algo a empurrasse para aquele móvel da sala onde estava o porta-retratos, olhou-o e relutou em se aproximar pensando que já deveria ter se livrado daquela foto. Sem conseguir resistir chegou perto e começou a chorar. Era como se o choro estivesse alí presente o tempo todo e somente necessitasse de uma pequena, qualquer mínima razão para se manifestar em lágrimas. Passando o choro tirou os sapatos e deixou-os num canto da sala, indo a cozinha deu uma boa olhada no que havia disponível na geladeira para a janta, chegou a conclusão que macarrão era o mais rápido e fácil para uma pessoa só e de repente lembrou do purê de batatas com bife quase sagrado nas sextas-feiras a dois. 
Decidido a janta foi direto para o quarto tirando as roupas no caminho e jogou-as no sexto para roupas sujas n'algum canto do quarto. Deitou na cama e quase sucumbindo ao cansaço e deixando-se dormir sem banho e sem janta levantou num pulo e escolheu uma música dançante, o ritmo da canção deu novo ânimo e o corpo obedecendo a impulsos desconhecidos começou a balançar, quando viu estava totalmente envolvida pela dança. Rosa sorriu. Como as músicas fazem bem a alma. Tomou banho e agasalhou-se, fazia frio aquela noite de outono. Botou a água no fogo e um barulho intenso que entrava pela janela da sala deixou-a preocupada, pensando em como eram comuns os acidentes naquela avenida movimentada porém logo o barulho cessou e Rosa sentiu-se confortada por estar em casa. 
Feito o macarrão, encontrou uma garrafa de vinho pela metade escondida no fundo da geladeira e animou-se com tamanho requinte para uma sexta-feira a noite tão solitária. A música ainda rolava ao longe, no quarto. Dispensou a mesa e foi para o sofá como de costume. Ao terminar lavou as pouquíssimas louças e foi pro quarto, agora tocava um música lenta, pegou um livro na estante e tentando concentrar na leitura só conseguia ficar a toa viajando em pensamentos que insistiam em tomar toda a sua atenção e que pareciam não ter ordem, pois, pensava no dia de trabalho, no compromisso de amanhã e principalmente na proximidade da data em que tudo ocorrera. 
Chorou novamente com a canção que se iniciava, não dava para não lembrar. Levantou-se e desligou o som. Retomou a leitura. Quando o sono enfim se tornou mais excitante que a leitura, levantou-se e foi ao banheiro escovar os dente. Deitou-se e aconchegando-se na cama sentiu falta de algo como sempre. A lembrança lhe tirou o sono e ficou acordada no escuro com os fantasmas a rondar seus pensamentos. Depois de muito rolar na cama a brisa morna que entrava pelas frestas da janela do quarto embalou seus sonhos. 
No dia seguinte de pé logo cedo arrumou-se, tomou só um café e antes de sair sentiu um arrepio, lembrou-se como sempre se sentia ao ir ao cemitério, não conseguia evitar, mas respirou fundo e saiu.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

autonomia, ou somos como cães domesticados e sociáveis no método assistencialista

Ainda hoje, a cerca de nove meses depois dos primeiros moradores da residencia universitária terem entrado na casa, ainda observamos problemas urgentes serem paleados enquanto o que mais importa na gestão da casa é empurrar os moradores para os quartos enquanto outros são fechados com colchões para turistas.
Não vou explicar, então, procure saber.
A residência universitária de Picos, sediada no campus da UFPI, têm 16 quartos, duas cozinhas, dois laboratórios, duas salas de televisão, além de duas salas de convivencia, dois quintais, tudo dual. Ainda que não tenha móveis e espaços suficientes para 45 pessoas (lotação atual), a mesma foi projetada para 96 pessoas. Numa última assembleia geral da residencia, observando esse agravante e admitindo a não capacidade de 96 pessoas, a assembleia que envolveram moradores, técnicos e gestão do campus, estipularam-se um novo limite de moradores, chegando a conclusão de que 64 pessoas seria o novo limite.
Não é um limite adequado, já percebe-se que a demanda da casa com o número atual, que são pouco mais de 42, já é caótica (problemas de infraestrutura em todos os lados da casa, começa nos quartos, especificamente nos banheiros, depois passa para os armários de roupas, falta espaços de estudo na casa, cozinhas desproporcionais para o número de moradores, refrigeradores desproporcionais, etc... etc... etc... e isso dão uns trinta e cinco anos de artigos alternativos), e temos espaços e móveis proporcionalmente inferiores a demanda total em 3 vezes menos. Sem falar em equipamentos de informática que ainda não chegaram, enquanto estamos no nono mês de residencia e quase três anos de inauguração; infraestrutura dos banheiros totalmente avariada em função da construtora responsável pela obra da residência ter deixado mais problemas que solução para os terceirizados da manutenção; entre outras demandas as que mais nos assustam ainda hoje, é a boa vontade do Núcleo de Assistência Estudantil em remanejar alguns moradores para quartos já ocupados, com a intenção de esvaziar outros quartos para depósito de colchões ociosos que também foram retirados dos quartos ocupados (claro isto alegando a conservação dos quartos e colchões, e a distribuição de produtos de limpeza – o mesmo que citamos ser insuficiente o abastecimento –, mas e a conservação e o bem estar das pessoas que aqui moram não é prioridade, e claro, isto alegado pelo núcleo de assistência estudantil/social – não patrimonial –, mas o que é a vida senão paradoxo), isto enquanto temos problemas de abastecimento da alimentação e dos produtos de limpeza, ou seja, problemas básicos, mas tudo é uma questão de prioridade, claro!
Para quem é morador da residencia e quem pretende ou já se inscreveu no processo. Lembre-se, essa residencia de moradores é para quem realmente não tem condições de pagar aluguel, sem renda e sem ajuda financeira, portanto, se você veio só para ocupar quarto, vaze!

E para quem precisa morar na residencia universitária, se é necessidade, pois é para lutar para que seja o melhor lugar para viver, ambiente de estudo, de repouso, de laser, de socialização e de qualidades dignas e básicas de sobrevivência. E não vamos aceitar lotação dos quartos enquanto todos os espaços da casa não estiverem abertos e funcionando em suas condições mínimas. E outra, para a gestão do campus, que quer mandar e desmandar na casa, estamos em processo de auto gestão, então vaze! À comissão eleitoral, necessário ficar esperto com os urubus. E aos candidatos, preparem-se para a resistência, não vamos mesmo aceitar passivamente os mandos e desmandos de qual quer hierarquia externa a casa, sejam quem sejam os reis. Ou temos autonomia, ou somos como cães domesticados e sociáveis no método assistencialista.

domingo, 26 de outubro de 2014

asfya qui cia

asfya..
correndobecoseco baladabeladiz ser... morrodentro
corredapala. da praça. da caça. do jardineiro.
meupovoehsabor eh negro. colopolar curandeirorar na roda sambadabola
quembrolhoussou meussamba
[hejaneiro]
nenvihpassar o carnabaristas pirofagiando pelazesquinazesquisitas
fugiu. pegou. eh gol? nem vih o circu passar
nem eh samba nem carnaval
nem tem copanem. janeirou. caiu. barrou.
abolaboladasambadabolou...
e
amargaridapareceu tefalando baixinho
quem diz que sou brasileiro?
nem tenho ginga nem berimbau. meu samba criolo samba
na roda valente bamba
nem eh carnaval nem feriado nacional
eh a passada de bolaquenãodeixa a baiana bolada passar.
e o circutahpassando nahtelevisão

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Gêmeos (hoje eh dia nove)

A noite nem demora/ Tudo pássaros / Tudo gatos/ Assados pelo sol picoense/ Demonstrações de afeto e amor/ São como cachoeiras que suspensas pelo vento/ Faz tuas águas voltar/ Vencendo leis em prol de outras
Nunca sentamos para um mesmo jantar/ E ainda que compartilhanglóbulos/ Somos sinos/ Tinindo/ Reagindo e agindo/ Não na mesma ordem
Somos touros/ peixes/ leões/ caranguejos/ somos quem somos/ sagitários/ aquários/ balanças e virgens/ e a liberdade grita/ cabras/ unicórnios/ escorpiões não me balanças

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O número um

Você fuma unzinho[1]? Não. Pois deveria experimentar. A marimecânica das coisas está presente na mecanicidade das ações humanas, que passa a pormenorizar as ações individuais, em prol do inconsciente coletivo. Isto quando deveríamos das ações individuais, compreender seus resultados em prol do coletivo, para que dessas experiências, possamos entender a solidariedade orgânica, e apesar de um conceito durkheimniano[2], até mesmo pela sua pesquisa envolvendo os suicídios em setores da sociedade que estavam mais predispostos as individualidades e ao isolamento nas particularidades e ações que talvez pareçam irrelevantes, mas pelo contrário são fundamentais para a construção de uma solidariedade mais orgânica e menos mecânica. É possível que a solidariedade orgânica seja compreendida na medida em que os indivíduos percebem seus pares, e partam das ações individuais e de curto alcance, para ações coletivas intencionais.
E ainda que a alteridade se apresente e demonstre o quanto agimos em prol do coletivo, mesmo não intencionalmente, e até mesmo inconscientemente muitas das vezes, a proporção da consciência dessas ações, isto é, a sua intenção, promove algo muito maior, o que chamaremos de ação consciente, ou viversi[3], e aqui provocando a postura da linguagem como veículo de censura, quando deveríamos apropriar os mesmos para a comunicação inteligente e criativa. Interagindo com os sotaques e ruídos que a linguagem promove em sua oralidade. A negação da oralidade como veículo de comunicação culta, subestima a posição da mesma frente aos incursos promovidos na sociedade, portanto, assimetricamente, explorar e desmistificar os meandros da linguagem a sem a intenção de segrega-la, é a possibilidade de enfrentarmos no campo culto as marginalizações da literatura alternativa e metalinguística.


Somos indivíduos, células, autônomos, e apesar de negarem repetidamente nossa individualidade, só o que fazemos é ignorar. Isto é, quem ignora, são os indivíduos que promovem osmetalinguagemundismo. A nossa postura nos representa. Somos unzinho, quando não nos submetemos as desigualdades e repetidas impunidades quais convivemos e suspeitamos por nossas próprias capacidades perceptivas. Quando fumamos um antes e depois da aula, para melhorar as conexões, a criatividade, e possibilitar uma melhor socialização sem preconceitos, somos unzinhos por aí, desmistificandumundo enquivivemos.



[1] E um back, você já fumou? Entender essas perguntas te desrespeita no sentido de você compreender um dialeto alternativo, uma cúpula de linguagens, promovida pelas alternatividades do cotidiano; expressão que designa a maconha ou cannabis sativa em forma de cigarro ou baseado.
[2] Uma referência aos estudos de Émile Durkheim, sociólogo francês que estudou a sociedade a partir das compreensões positivistas de Augusto Comte, e mesmo de conceitos
[3] A capacidade de viver para o coletivo nas mínimas ações, e intencionalidades, permite ao sujeito promover em si mesmo, reflexões e mudanças de posicionamentos frente a preconceitos e pormenores individualizantes. Portanto, VIVER-SI ou VIVERSI.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

umbigo

Galera,



Segue aí, cartaz das oficinas de teatro que culminarão nas mostras para a Semana de História de Picos...



Oficinas abertas para todos os públicos... Ocorrerão todas as terças e quintas, entre 07h e 09h... e/ou 19h e 21h.



Lembrando que fica a cargo do participante ir em ambos horários ou não. Uma vez que são experimentos micro.espaço.temporal. No qual, cada encontro é um encontro único: com experimento; construção; e resultado;


Amutodos...


ps.: Lembrando que começaremos amanhã cedo no pátio... não precisa inscrever-se... no processo quem for ficando vai se inscrevendo... e assim quem terminar junconosco receberão seus respectivos certificados...

sábado, 13 de setembro de 2014

saibam do que estou falando

Então vamos lá. Escrevendo aos estudantes, técnicos, professores, e especialmente a cara Thays, que motiva-me a escrever tal relato.
Nos últimos quatro anos e alguns meses, estou em Picos e desde então posso abordar com propriedade de quem vive por aqui, algumas das negligências e oportunismos aos quais somos expostos por aqui.
Em 2010, e sem me importar muito com o contexto político, a primeira impressão da cidade foi a de caotismo; a segunda e posteriores não foram diferentes: a poeira; os alagamentos de casas da periferia; o esgoto à céu aberto; a falta de investimento em cultura que reflete na falta de teatro, cinema, espaços de sociabilidades e entretenimento; o trânsito caótico; a falta de pavimentação na maior parte da cidade; o transporte público coletivo deteriorado e de custo maior que todas as cidades do interior do nordeste e algumas capitais; custo alto de vida pelo inchaço promovido pelo fluxo de estudantes, refletindo na cesta básica e na moradia (especialmente nos alugueis).
Em 2011, 2012 e 2013, a cidade de Picos, resolveu alguns de seus problemas, minimamente, entre gritos e manifestações forçadas por uma marcha nacional o último desses anos foi o mais propensos a mudanças sociais, mas não houveram nenhuma delas. Em 2014 temos muito o que fazer ainda, e especialmente pelo processo eleitoral marginalizar todos os outros agravantes sociais que vivemos ano após ano em Picos e no Brasil.
Enfiado numa universidade do interior do nordeste brasileiro, estamos nós, naturalizados picoenses, viemos de vários lugares, e é possível que soframos tanto quanto, ou até menos que muitos outros universitários do interior do Brasil. Na nossa universidade federal, tudo parece maravilha. Nos último oito anos, com o processo de expansão das universidades e a propulsão de outros setores da educação e ciência, as pessoas andam maravilhadas falando das maravilhas feitas pelos governos o que com certeza nenhum outro fez, mas sem a consciência de que nós (humanos e especialmente brasileiros) que ás tornamos possível.
Torno essa fala presente, por que entre os prédios que foram inaugurados em 2011 na UFPI de Picos, está a residencia universitária, que está mais para um presídio com penas em “semifechado” (vocês me entenderão no decorrer). Bem esse prédio que foi inaugurado a três anos, só foi parcialmente ativado e aberto para os estudantes do campus nos últimos cinco meses. Isto é, parcialmente ativado e aberto, por que, laboratório de informática, salas de TV, cozinhas, sala de estudos e lavanderias, nunca foram totalmente abertos.
A nossa sala de estudos, só foi aberta nas duas últimas semanas, depois de muita pressão dos moradores, mas parcialmente, pois ainda não disponibilizaram pontos de rede, nem poltronas suficientes para a quantidade de moradores.
Nosso laboratório de informática, sedia um almoxarifado da universidade sem nenhuma autorização dos moradores da casa ou coisa parecida, enquanto esses mesmos moradores permanecem sem acesso livre a internet, sem computadores, sem impressora, e nem sequer o espaço disponibilizado para os residentes, e quando tentam ir para o pátio ou para algum centro acadêmico depois das 22:30hs para acessarem internet, são coagidos a se retirarem pela segurança patrimonial, que são coagidos pela direção do campus a agirem com tamanha pressão, exceto quando se trata dos diretores do DCE, esses são preferenciais, e podem ficar em suas salas 24 horas, sem nenhum incômodo, afinal, são amigos da direção, e inclusive quem os elegeram pela campanha que mobilizaram entre os estudantes, logo, troca de favores.
Nossas salas de TV, são duas, uma delas está desativada, a outra está parcialmente funcionando, afinal, enquanto a TV que foi tombada pelo patrimônio como eletrodoméstico da residência foi avariada, inclusive deslacrada (perdendo a garantia de fábrica) antes mesmo da casa ser aberta aos residentes. Temos no pátio uma TV com as mesmas referências da que deveria vir para casa, e uma sala de TV que não suporta dez moradores, sendo disponibilizada para trinta. O que nos leva a associar que a TV que se encontra no pátio é uma suposta TV da segunda sala. Enquanto tudo isso tramita, temos uma TV avariada, uma TV desaparecida e nem sequer tombada pelo patrimônio, e moradores atônitos.
Entre as duas cozinhas, temos só uma delas totalmente aberta, a outra, ainda falta nosso fogão, supostamente avariado, segundo fala de terceirizado que não identificaremos, e parte das louças e paneleiras que ainda não nos foi disponibilizada mesmo estando na casa, numa suposta dispensa, a qual não temos controle de chaves.
Para fechar com chaves ou sem chaves, temos ainda as lavanderias, são duas, com duas supostas máquinas de lavar que nunca chegaram na residência, e nem sequer aparecem no tombamento.
Solicitamos extraoficialmente à direção do campus de Picos e PRAEC, que apreciem nossas questões e nos enviem, e dessa vez não vão se fazer de desentendidos e nos enviar um tombamento mal feito, solicitamos a descrição de todos os elementos adquiridos via licitação para a residencia universitária de Picos.
A direção do campus (queremos denunciar publicamente), tem assediado (ameaçando-os de demissão e retaliações) os terceirizados, entre eles seguranças e pessoas do serviço geral, para vigiar e fazer pressão entre os residentes pela desocupação dos espaços da universidade. Inclusive, expedem diariamente relatórios produzidos a cerca de nossas movimentações e particularidades, inclusive citando nomes, enviando-os à direção e reitoria, segundo informação de um dos seguranças e residente que inclusive viu alguns dos relatórios, expondo-os inclusive para nos amedrontar e pressionar psicologicamente.
À direção e reitoria, só lamentamos por suas políticas de recriminação e segregação não funcionarem, afinal, ocuparemos os pátios, CA's e DCE, em todos os horários que acharmos pertinentes. Se ocupamos esses espaços, fica muito evidente que a assistência estudantil está falhando em sua função, que seria tornar tranquila, confortável e completa a nossa assistência.
Enquanto continuarmos sem laboratório de informática, e sem acesso à internet, ocuparemos outros espaços para termos acesso e condições para a execução de nossas pesquisas, que dependem totalmente dos mecanismos de rede para a aquisição de fontes digitais, bibliografias e conexão com outros pesquisadores.
Ou seja, estamos descrevendo aqui esses problemas, para que todos que tiverem acesso ao mesmo, sentirem um pouco na pele das disfunções dos nossos gestores, pessoas que deveriam trabalhar para nós, servidores público, mas que na verdade prestam mais um desserviço para a comunidade acadêmica e quando o reflexo disso atinge toda a comunidade picoense. E para fechar, gostaria de saber o que essa direção e retoria vem fazendo nos últimos anos e atualmente para melhorarem nosso campus e especialmente nossa residência, por que temo, e isso é real, que vocês nem sequer saibam do que estou falando.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

si, porondeandousesdous

..................................vinapalestina..................
................................................................navepalestina...................................
................................................lestinalevepa.........
......................................palesvivestina..............................................
........................................................vivepalestina...................... palestinaviva......................................................

..................vipalestinava ............................................................napalestina.................... palestinavivepa............................................................... pelesvevitina...........
..........................................
................................................................................voapalestinavi...........................................

.....................................................................vivapalestinaviva...................

.........................pallestinavoavi....................
..................voavipalestinava.........................  palestinanavivanavi..................................................................
......................palestinanavivanaviva.........................................  vivoavapalestinavi............................



palestinavivu

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

(…)

eçatramza

 miscijenadissima: ditantranzar

gingadarebolada-embolanditangingar


suavinanavi:

 interistrelangingando/descendendoladeirembolando


uhmana

quesaudadimaria

nessaGINGAdaBOLAparenteseBAMBAquenossaSACAeh;




meupoetaprefiridoeh

quintanorquatdrumondlispectnerudissista



todosnúsdionisando

entreseiasbacanaisanais

anuaismesmos

todasemanasoumesmo fiasditodosdias



flores;



mmaria.

sábado, 2 de agosto de 2014


aindaqueatardizinha manhanzinha noitinha

uminutinhosoh enquantoposso


nafitaquesticaemalha gatos malhadossesticam

ficomais pertubado

iholha que jahsouldimais

pinturas


...

sente
mento la
do ouro
dez e
espero
e
péssangrentos

organuzados de bar
chio

dessauda de zesperada

aguniada

ditivê


num;
sei;
lá;
uque;

!
w
az
f
lr
bea
mc
ev
o;

transviaditismorgarsmicolibrelinguagenisticoristauquicinto


fias, vamo dá um “t” pros

transviaditismorgarsmicolibrelinguagenisticoristauquicinto

livre pra todos os púbios


tu irmão

tens uma ideia originalma

compartilhebrother


sidiscordam dituas ideiasloucas

porelasserenloucas


ciaconchegue irmão


istamujuncos


siquerem tiquebrar portuachar

quiu Flávio ehaputa dusistema

iuh Cavalcante

seucafetão


podiscrer


chegueaih


nacasadavelhinha


hasquatro&vinte



enreference:




“Minha gente chegou a era do desbunde total. Nós tamos afim. Você aí que tem cabeça pra escrever alguma coisa, escreva e mande pra gente, que depois de um balancinho saí. Se você é um cara que todo mundo discorda de suas idéias, e já quizeram lhe bater porque você acha que o Flávio Cavalcante é uma josta, aparece “mode” a gente conversar. Na Grama depois das cinco.”
O Estado, 1972.

sábado, 26 de julho de 2014

azora vareia


Na história nada se perde, tudo se transforma. Quem disse isso?! Pouco importa. E a recíproca é verdadeira. É fundamental pensarmos que mesmo quando tentamos apagar resquícios de histórias indesejadas, estamos fazendo um grande borrão, que coloca toda atenção e tensão, dos historiadores especialmente para as suavidades desse imenso borrão que torna-se evidencia, numa cadeia irrestrita onde não há barreiras intransitáveis, afinal, toda linha tem duas pontas, e uma leva a outra. Observando as constelações celestes, estamos vendo o que passou e o que virá, numa escala rítmica, não há como fugir das leis de movimento do universo, e as mesmas não fogem de nós. É possível prever as ordens e posições dos astros, e é possível perceber o quanto não estamos cientes de uma queda livre no espaço, que já perdura alguns bilhões de anos, e ainda assim, inconscientes e tranquilos, caímos entre as luzes das estrelas, constelações, glóbulos e todos os tipos de astros. O tempo presente nos chama para suas considerações, fazendo-nos perceber o quanto podemos ser o que aspiramos, e isto sem saudosismos nem nenhuma ligação necessária com os resquícios da condição passada, o vínculo é indissociável, mas é possível isolar as conotações desnecessárias e pensarmos em organismos novos para a composição de nossa linguagem, comunicação, cultura, identidade, mobilidade.

ps: e de um relógio pro outro, azora vareia;