segunda-feira, 30 de junho de 2014
terça-feira, 24 de junho de 2014
Copa que não houve
24 de junho, 2014.
Hoje deveria ser
feriado nacional. Está aí uma festa que temos que considerar na história do
Brasil. A partir da aura brasileira, nesses vai-e-vem dos jogos do Brasil em
meio a feriados nacionais, a vibração se concentra e o foco da atenção se volta
para uma festa tão proeminente e atrativa à nação brasileira, que seríamos injustos
se não pontuássemos.
O tráfego da rede nos
momentos importantes do jogo, que consideramos desde seus primeiros minutos até
uns vinte minutos após o mesmo, e além do momento que está sendo proporcionado como
uma pausa dos brasileiros para uma partida de futebol e algumas cervejas, é que
nos dá maior prazer e menos culpa em não perder essa boa internet e a tarde
vazia com direito a por do sol e café da tarde, claro, sem muitos amigos.
Talvez o importante
nessa conjuntura, é que conseguimos aproveitar a concentração dos indivíduos no
momento do jogo, e usá-la conscientemente, até porque, não só o Brasil como
todo o mundo participa dessa grande festa com astros e indivíduos, que mesmo
distantes irão assistir a alguns ou todos os jogos.
A representação mais
fiel que eu tenho dessas energias unidas, é principalmente a força com que as
estrelas aparecem no início da noite, e as fortes ondas de silencio que invadem
nossos bairros, e isso acompanhado de uma paz que alimenta o espírito e
fortalece para a luta.
Não tenho partido, e
minha critica é até maior para os partidos que prometeram reformas de base, e
quando assumiram o poder, caiu na mesma casa de baralho, e agora escutamos
lembranças de como os militares também prometeram estas mesmas reformas, é
talvez anacrônico, mas possível de apreender os sentidos da história nos
momentos de opressão e nos momentos de glória, em ambos, temos o Brasil
festejando a Copa que não houve.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
As aulas da ignorância
Essa é a grande falha
das escolas, faculdades, universidades e cursos do Brasil. Os professores e
gestores são seus principais mentores, eles quem legitimam esse estado de
calamidade das salas de aula do Brasil, afinal, compõem seus conselhos e
entidades burocráticas.
Para quem não sabe, no
Brasil, as aulas nas escolas e universidades são obrigatórias, garantido nas
normas de cursos e na LDB. Mas o que nem todos sabem, é que essas aulas são
cargas horárias extensas, simplesmente para mostrar números e títulos aos
correspondentes oficiais.
Na grande maioria das
escolas e universidades brasileiras, as aulas são medíocres, assim como os
docentes, que além de terem uma carga horária extensa, de trinta a sessenta horas
nas melhores das condições, e que, portanto, não tem condições, físicas nem
mentais para construírem uma aula para seus supostos discentes, pelo contrário,
reproduzem os seus cadernos de ideias e sugestões ideológicas e conciliatórias
com o processo de ensino aprendizagem.
Acontece, que além de
cobrarem a obrigatoriedade de algo que nem eles mesmos conseguem cumprir, os
professores jogam a responsabilidade das aulas obrigatórias nas costas dos
estudantes, quando esses nem são avaliados por isso, logo, mesmo que um
estudante participe de aulas obrigatórias, essa participação não será
contabilizada na avaliação, já que o mestre
para isso terá que cobrar um número X
de avaliações, também obrigatórias, e delas e somente delas irão abstrair uma
avaliação dos discentes observados.
Mas o que é de verdade
o ponto culminante das aulas medíocres dos professores medíocres, e chamo de
medíocres todos os professores que percebem o quão são incipientes suas aulas,
mas ainda assim concordam em permanecer legitimando esse sistema de aulas
obrigatórias e avaliações autoritárias e injustas aos seus discentes, é o fato
dessas mesmas aulas tornarem a cada dia os estudantes mais ignorantes.
Sim. Nós perdemos em
média, vinte horas em aulas obrigatórias por semana, o que daria mais de
trezentas aulas obrigatórias por semestre, além de uma média de quinze
avaliações obrigatórias, e umas cinquenta bibliografias para leituras, durante
esse mesmo período. Sem essas trezentas aulas obrigatórias, seria mais fácil
para conduzirmos nossas leituras e produzirmos o que os crápulas dos professores, chamam de avaliação, mas que na verdade é
uma grande máquina de castigar aqueles que não conciliam com as práticas dos
professores carniceiros, que nem ao menos leem nossas avaliações.
O que chamo atenção, é
que em média os estudantes de graduação tenham uma carga de mais de três mil
horas de aulas por curso, e levando em consideração o objetivo destas aulas,
estes estudantes de fato só conseguem estudar fora das classes, ou com elas
vazias, mas nos últimos dez anos com as expansões da educação superior no
Brasil, isto é, colocando cada vez mais estudantes nas salas de aula e isto
tudo para conseguir financiamentos internacionais para a educação, quando o
objetivo nem são os estudantes ou profissionais da educação, mas simplesmente o
abastecimento das malhas corruptíveis do sistema educacional do Brasil. E fica
cada vez mais difícil conseguir estudar numa universidade no Brasil, e olha que
mesmo com a expansão não conseguiram aumentar os nossos acervos nem nossas
salas de aulas na mesma proporção. E ainda ouvimos por aí que nossas
universidades não são públicas. Ou me desculpe senhores gestores, mais todos
vocês estão no crivo público, e não são inquestionáveis, são servidores
públicos, e devem responder como tal.
As aulas obrigatórias
geram um sentimento de estranheza entre os presentes, que só estão de corpo
presente, e para cumprir a lógica da presença, o que alguns professores flexíveis, não cobram, mas no geral os
estatutos e normas de curso exigem, como uma ordem de cima para baixo. Mas
esses mesmos estudantes de corpo presente, por não terem um compromisso com a
construção da aula, não se identificam com as falas dos professores, e não dão
a mínima para esses medíocres, e
assim permanecem em seus assentos, quietos, nas melhores das situações, outrora
saem e entram, e clicam em seus celulares, atendem e enviam torpedo, além das
conversas paralelas e as mais diversas situações que possamos imaginar em um
circo ou parque de diversões, mas o que menos parece esses encontros são aulas para
auxiliarem os nossos estudos.
O que não é
compreensível é a tentativa oportunista dos professores de manter essa grande farsa,
que pelo contrário, só desanima e diminui nossos estímulos para estudar, nos omite
a autonomia para decidir por momentos de estudo, e acima de tudo, bestializa as
classes, criando um método que se reproduz nas salas e tornam os estudantes do
ensino médio à pós-graduação, cada vez menos ciente de suas potencialidades e
possibilidades para explorar os campos dos saberes.
Todo o sistema está
corrompido, os professores faltam, os alunos faltam, os gestores não se
incomodam, e todos corroboram, inclusive os estudantes, para a legitimação e
reprodução desse status dos
professores medíocres e dos discentes pedintes,
miseráveis de autonomia e discernimento crítico. Não sabemos de fato por que
motivo os professores ainda continuam reproduzindo esse processo torturante,
mas o que podemos perceber é que os que são alimentados diretamente por esse
sistema de marginalização da classe discente, são os docentes e gestores,
majoritários nos conselhos nacionais de educação, universitários, escolares, e
que ditam a bola da vez, e assim
continuam reclamando de suas aposentadorias.
Robson Ferraz
Estudante do curso de
Licenciatura em História da UFPI/Picos
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Sobre o ESTADO,
ILEGAL,
O ESTADO não existe de fato,
Ele não é concreto como se imaginam,
É uma espécie de nuvem negra, e silenciosa,
Abaixo dele estão os manipuladores que criaram a ideia
ESTADO, fictícia, mas porem existe em natureza,
Sistema caluniador de voz roca e arbitraria,
Proliferar uma LIBERDADE mentirosa,
Abaixo dos manipuladores ordinários estão suas leis,
Criadas a seu bel-prazer,
Impondo a ordem, e é quem de fato mantém o ESTADO VIVO,
Noutra escala, a maquina opressora que mantem o estado seguro,
Dos lobos sedento de liberdade,
De justiça e de igualdade.
Obediência, obediência, a palavra chave que o ESTADO usa
Para manter em silencio o GRITO, a VOZ que sai de dentro,
Estupido que vangloriam essa DEMONIOCRACIA,
Estupido são os que carregam, porque são porcos mentirosos.
O ESTADO é o carrasco pronto para decepar os teus sonhos de ser livres ,
O homem nasce livre e jamais pode se deixar que lhe acorrente os pés.
André Ferraz
ILEGAL,
O ESTADO não existe de fato,
Ele não é concreto como se imaginam,
É uma espécie de nuvem negra, e silenciosa,
Abaixo dele estão os manipuladores que criaram a ideia
ESTADO, fictícia, mas porem existe em natureza,
Sistema caluniador de voz roca e arbitraria,
Proliferar uma LIBERDADE mentirosa,
Abaixo dos manipuladores ordinários estão suas leis,
Criadas a seu bel-prazer,
Impondo a ordem, e é quem de fato mantém o ESTADO VIVO,
Noutra escala, a maquina opressora que mantem o estado seguro,
Dos lobos sedento de liberdade,
De justiça e de igualdade.
Obediência, obediência, a palavra chave que o ESTADO usa
Para manter em silencio o GRITO, a VOZ que sai de dentro,
Estupido que vangloriam essa DEMONIOCRACIA,
Estupido são os que carregam, porque são porcos mentirosos.
O ESTADO é o carrasco pronto para decepar os teus sonhos de ser livres ,
O homem nasce livre e jamais pode se deixar que lhe acorrente os pés.
André Ferraz
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Mimese
Na última sexta-feira, na UFPI, Campus Senador Helvídio Nunes de Barros, aconteceu o estopim para um grande desastre. Ora, percebemos que vem se intensificando a cada mês, medidas arbitrárias, que ferem a nossa autonomia, e digo isso, pelas situações que o Conselho de Campus, vem nos proporcionando.
Primeiro, fora eleita uma diretora que acreditávamos ter o mínimo de
senso democrático, o que tem se mostrado cada vez menos verdade. Depois,
eleitos os conselheiros, e ainda que não confiássemos em todos, acreditávamos
que, ao menos esse conselho nos representaria em sua estância máxima, para garantir
o direito a permanência, produção de projetos de pesquisa e extensão, e medidas
que democratizassem ainda mais esse campus, que sei que muitos não sabem, mas é
comunitário, e essa comunidade externa tem por direito o acesso livre e
irrestrito a esse campus.
Mas o que observamos não é bem isso. Primeiro, observamos a diretora
juntamente com seus conselheiros, baixarem uma portaria, que restringe o acesso
de toda a comunidade, isto é, durante a semana após as 22:30, e nos sábados
parcialmente, e nos domingos o campus permanece fechado.
O mais interessante, é que esse mesmo conselho, na última semana, tirou
da cartola, uma nova portaria, e essa agora, restringe nosso acesso ao acervo
da Biblioteca Comunitária, isso
mesmo, como se já não fosse uma vergonha para o campus a biblioteca não abrir
aos fins de semana, agora tem uma placa na porta do acervo interno que só
permite a entrada na biblioteca de Bolsistas (sabe-se lá o que quer dizer), Funcionários e Professores com
autorização. Bem, e isso sem nenhuma discussão ou debate. Afinal, esse
campus é ou não comunitário, e se for, como poderão os membros dessa comunidade
ter acesso a qual quer documento da biblioteca, se esses membros ao menos são
reconhecidos no nosso campus, que restringe o conceito de comunidade ao de
comunidade acadêmica.
Bem, o que observamos nesse campus é o autoritarismo insurgente, que
ignora as funções político-sociais da universidade e assume uma postura que
mesmo com a democratização do país há quase trinta anos, sabemos que tais
posturas são genuinamente ditatoriais.
Para uma breve reflexão, observemos. No CSHNB há mais de três mil estudantes, isso, sem presunção a
exatidões, e digamos que 1/10 desses discentes trabalhem durante o dia e,
portanto, só tenham disponibilidade para estudar durante a noite (horário de
aulas), ou na madrugada e nos fins de semana, horário que a UFPI fecha, e isso
é local, só vale para o nosso campus. Bem, esses jovens que não tem acesso à
internet, ou a bibliotecas públicas, são diretamente excluídos do projeto de
permanência da UFPI, que prevê não só a garantia à entrada na universidade, o
que é muito fácil, mas a total permanência.
Para os que são descrentes e pensam que nada pode resolver o problema do
nosso campus, eu diria que enquanto permanecermos aceitando as decisões do
conselho sem nenhum embate ou discussão, ele permanecerá podando ainda mais os
estudantes.
E onde estão nossos representantes estudantis? Penso que para esses não
há restrições, as portão estão todas abertas, e por isso mesmo que esses mesmos
representantes estão agora calados, trancados em suas salas de CAs e DCE, sem
nenhuma restrição, afinal, para esses que nos representam, as autorizações para
entrada são menos burocráticas, faz parte do jogo do favoritismo, muito comum
no nosso campus, desde que nosso reitor e diretora foram eleitos, ou vocês
leitores podem não saber, mas os professores que mais apoiaram nossos eleitos,
ou já se mandaram para outro campus, ou estão aguardando ansiosos para partirem
assim que tiverem a primeira oportunidade.
Bem, esperamos que o campus abra, e que não seja necessária a ocupação,
afinal a universidade é pública ou privada, e o que somos afinal, cientistas ou
comerciantes, só para entendermos as restrições de horários. E sobre a
biblioteca, por que impedir o acesso ao acervo? E por que não o contrário, e
essa mesma biblioteca ser aberta nos mesmos horários que a Biblioteca Central
de Teresina. Afinal, o favoritismo também inclui a escala dos funcionários de
Picos à Teresina, ou simplesmente os que trabalham no nosso campus?
Eis as perguntas sem respostas, que permanecerão até o dia do juízo.
sábado, 14 de setembro de 2013
Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima interditado?! Não é nada!
E demorou... Desde 2007, quando estive apresentando um espetáculo em Conquista (e este teatro estava muito deteriorado na época) já não haviam reformas executadas no mesmo desde sua fundação, e até hoje, quando o Corpo de Bombeiros interditaram o nosso teatro ele não havia recebido nenhuma reforma importante. Que saia essa reforma e que nós, artistas, recebamos nossa casa, há tanto, abandonada e esquecida pelos seus diretores e pelo próprio estado! Quem sabe que o que digo aqui é verdade, é quem subiu nesse palco para apresentar alguma produção nos últimos anos. São poltronas destruídas, iluminação de emergência deteriorada, palco totalmente danificado, e inclusive com pregos expostos e madeiras danificadas, corredores e salas interiores interditadas, problemas técnicos de acústica (quais nunca foram reformados), palco interno com paredes e tetos danificados, camarins interditados e semidestruídos pela ação do tempo e falta de seguranças e fiscais que controlem as condições desses espaços coletivo de preparação, salas internas feitas de depósito, quando poderiam ser ocupadas pelos grupos de teatro da cidade, como o Avante Época, Caçuá, Operakata, Pafatac, enfim, todos os grupos que produzem música, literatura, cinema, teatro, fotografia e todo tipo de linguagem artística devem ter um espaço de socialização e produção nesse Centro de Cultura... Então... Precisa ou não precisa de uma ocupação?!
terça-feira, 23 de abril de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
só de amor morrer
um amor louco..
meio estranho..
entre o parto e a cova...
amor desses desenfreados...
que de sentir falta, chora e faz esperneios...
amor meio a meio...
nem muito romantico... nem todo solteiro...
amor enquanto o dia não passa...
amor das horas boas... amor das horas vis...
se te ter é pra doer... que doa amor demorado... doido... esperneado...
se minha sina é amar... que de amar eu morra... e que de culpa morra também o amor que fica...
pois só assim, penso, que amar de tanto amar, perdoa... se houver perdão...
se não... que a culpa também fique... e desatine... por que de amar morrerei sem sentir..
Te amo... musa à enluarada...
se quiser acredite, nesse louco, retardado de amar,
se não, morreremos cada um sentindo a dor de ser amado...
esse amor doido... louco... endoidado...
sexta-feira, 19 de abril de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
As dez faces de Deus pelo mundo...
Do lúdico ao trágico, das histórias contadas, das
poesias e das prosas...
Dos absurdos que se escuta, dos versos entoados com
melodias dos Provérbios e dos ditos populares que se encerra a nos dizer...
Que Deus é Brasileiro...
E por ventura se dizerdes sobre as varias faces de
Deus pelo Mundo, o que teríamos até então?
Se Deus fosse americano? Deus seria
capitalista.
Se Deus fosse colombiano? Deus seria traficante.
Se Deus fosse holandês? Ta na cara seria maconheiro.
Se Deus fosse alemão? No popular, brameiro.
Se Deus fosse iraquiano? Terrorista.
Se deus fosse israelita? Genocida.
Se Deus fosse japonês? Pau pequeno.
Se Deus fosse africano? Deus seria...
Se Deus fosse do vaticano? Deus seria pedófilo.
Se Deus fosse brasileiro? No mínimo, seria
corrupto...
Poderia por fim, enumerar várias faces de Deus pelo
mundo...
Mas, no entanto, essas já bastam.
Mas, se vier dizer que Deus, é brasileiro...
Diria: “Isso é conversa para boi dormir...”, em seguida,
"Bons sonhos..."
André Nunes
Robson Ferraz segunda-feira, 18 de março de 2013
Segunda (18), marca ato público contra o deputado Marcos Feliciano em Picos
Manifestantes promoveram na manhã desta segunda (18),
em Picos, uma manifestação contra a eleição do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para
a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. O grupo que se
concentrou na Praça Félix Pacheco iniciou o ato a partir das 8hrs, levaram
cartazes, apitos, faixas, mobilizaram cerca de 50 pessoas, entre membros de
entidades civis organizadas, entidades estudantis da UFPI e UESPI,
representantes públicos, imprensa local, entre outros.
Em nota, Feliciano informou que respeita a
democracia, mas que não vai ceder a pressões e não vai se afastar da
Presidência da Comissão de Direitos Humanos.
Nesta
quarta-feira (13), Feliciano retirou da pauta da reunião da Comissão de
Direitos Humanos projetos polêmicos que envolvem relações homossexuais e
racismo. A pauta anterior, divulgada na noite de segunda (11), previa a análise
de nove itens, entre eles, proposta que sugere a convocação de um plebiscito
para consultar a população sobre a união civil de pessoas do mesmo sexo.
Após ser
mantido do PSC no comando da comissão, Feliciano disse que a pauta anterior não
havia sido elaborada por ele. "Eu vou analisar a pauta. Aquela não foi
feita por mim", disse após reunião da bancada do PSC.

