sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

desapropriado de título

escravos escravocratas ,
brancos em documentos.
nem assim , tão livre
meu primeiro rebento
fala locke , fala smith
russeu só de boa !
karl e angel fumando
coisa estragasda.
virginia sempre esgotada
não conta com niguem
liberalismo não convem
minha casa não é minha
se preciar, é do gringo!
meu nome não é meu
tem dois L e um y
very good , baby
I am , forever alone !
te amo, zé

Cineclube Junco

Documentário: Ilha das flores


Documentário: Romance de formação


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Oficina Pública de Teatro




Hoje às 19:30, no pátio central do campus de Picos, Universidade Federal do Piauí.

Venha com roupas leves (Jeans não permitido), garrafinha com água e bastante disposição.


Projeto de Extensão Artevida Atrevida, coordenado pela profª. msª. Iael de Souza.

https://www.facebook.com/artevidaatrevida?ref=ts&fref=ts
https://www.artevidaatrevida.blogspot.com

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Relembrando campanha....

Poesias

Independência do Brasil
 
no Brasil,
meio dia.
dia de independência.
desfilamos
a troco de nada
nas ruas vazias...
vazias e cheias
de hipocrisia.
o samba,
nasce por aqui,

da irreverencia desse povo
de sorriso novo
e velhos ritos.
os velhos riem
do alto
em palanques
distantes,
candidatando-se
ao cargo
do ano.
quatro anos.
por tanto,
a troco de nada,
os elegemos
para seus carros
blindados
pela legitimidade
democrática.
na verdade,
se é que ainda
existe verdade,
enganamo-nos
de quatro
em quatro
anos.
e mansos,
calados,
legitimamos
a cada cerimônia,
o quão somos
cegos,
surdos e mudos,
ainda que
ouçamos, cantamos
e testemunhamos
todos os anos
o dia
da independência,
tão proclamada,
ainda que não
sentida,
vivida.
afinal,
quanto tempo
durará,
tão dolorosa
dúvida.
Permitam-me,
mas,
enquanto
o povo,
de fato
não gritar juntos
seu grito de independência,
morreremos assim,
expatriados
em nossa própria terra,
calados
em nosso próprio grito,
fuzilados
com nossos próprios fuzis.
diga-me homens,
até quado durará...?
meio dia e meia...
dia de independência.
Maria Mecanizada



A morte,
Essa sensação violenta,
Que nem sei lá se é sensação
Ou Dessensação,
Ainda assim violenta,
Reparte as feridas contidas
E esmigalham os corações
Dos sobreviventes,
Ainda que numa semana,
Numa década,
Ou em um século
Os mesmos se curem,
A grande morte dos humanos
É certa,
Ainda que chegue inesperadamente,
Assim como a vida,
Ela não é infinita...
Poupe-me os padres
E a Roma Contemporânea
Com suas histórias sobre o céu.
Afinal, a morte certa,
Certeza de quem vive.
Não despreza,
Não acusa,
E nunca deixa de vir.
Só não podemos fazer da morte
Uma arma dos vivos
Afinal,
Já não temos muito tempo,
A vida é corrida longa
E não adianta correr mais rápido
Ou lentamente,
A hora da chegada
É mais que certa
É imprevisível
E desconhecida.
“quem souber um caminho,
De rocha,
Me aponte”.

Maria Mecanizada


Nasci em Alegrete, em 30 de julho de 1906. Creio que foi a principal coisa que me aconteceu. E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo. Bem! Eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente. Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão. Ah! mas o que querem são detalhes, cruezas, fofocas... Aí vai! Estou com 78 anos, mas sem idade. Idades só há duas: ou se está vivo ou morto. Neste último caso é idade demais, pois foi-nos prometida a Eternidade.
Nasci no rigor do inverno, temperatura: 1grau; e ainda por cima prematuramente, o que me deixava meio complexado, pois achava que não astava pronto. Até que um dia descobri que alguém tão completo como Winston Churchill nascera prematuro - o mesmo tendo acontecido a sir Isaac Newton! Excusez du peu... Prefiro citar a opinião dos outros sobre mim. Dizem que sou modesto. Pelo contrário, sou tão orgulhoso que acho que nunca escrevi algo à minha altura. Porque poesia é insatisfação, um anseio de auto-superação. Um poeta satisfeito não satisfaz. Dizem que sou tímido. Nada disso! sou é caladão, introspectivo. Não sei porque sujeitam os introvertidos a tratamentos. Só por não poderem ser chatos como os outros?
Exatamente por execrar a chatice, a longuidão, é que eu adoro a síntese. Outro elemento da poesia é a busca da forma (não da fôrma), a dosagem das palavras. Talvez concorra para esse meu cuidado o fato de ter sido prático de farmácia durante cinco anos. Note-se que é o mesmo caso de Carlos Drummond de Andrade, de Alberto de Oliveira, de Érico Veríssimo - que bem sabem (ou souberam) o que é a luta amorosa com as palavras.

Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso

Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)

E talvez de meu repouso...


Mário Quintana



BRASI CABOCO


O qui é Brasí Caboco?
É um Brasi diferente
do Brasí das capitá.
É um Brasi brasilêro,
sem mistura de instrangero,
um Brasi nacioná!


É o Brasi qui não veste
liforme de gazimira,
camisa de peito duro,
com butuadura de ouro...
Brasi caboco só veste,
camisa grossa de lista,
carça de brim da “polista”
gibão e chapéu de coro!


Brasi caboco num come
assentado nos banquete,
misturado cum os home
de casaca e anelão...
Brasi caboco só come
o bode seco, o feijão,
e as veiz uma panelada,
um pirão de carne verde,
nos dias da inleição
quando vai servi de iscada
prus home de posição.


Brasi caboco num sabe
falá ingrês nem francês,
munto meno o português
qui os outros fala imprestado...
Brasi caboco num inscreve;
munto má assina o nome
pra votar pru mode os home
Sê gunverno e diputado


Mas porém. Brasi caboco,
é um Brasi brasileiro,
sem mistura de instrangero
Um Brasi nacioná!


É o Brasi sertanejo
dos coco, das imbolada,
dos samba, dos vialejo,
zabumba e caracaxá!


É o Brasi das vaquejada,
do aboio dos vaquero,
do arranco das boiada
nos fechado ou tabulero!


É o Brasi das caboca
qui tem os óio feiticero,
qui tem a boca incarnada,
como fruta de cardoro
quando ela nasce alejada!


É o Brasi das promessa
nas noite de São João!
dos carro de boi cantano
pela boca dos cocão.


É o Brasi das caboca
qui cum sabença gunverna,
vinte e cinco pá-de-birro
cum a munfada entre as perna!


Brasi das briga de galo!
do jogo de “sôco-tôco”!
É o Brasi dos caboco
amansadô de cavalo!
É o Brasi dos cantadô,
desses caboco afamado,
qui nos verso improvisado,
sirrindo, cantáro o amô;
cantando choraro as mágua:
Brasi de Pelino Guedes,
de Inácio da Catingueira,
de Umbelino do Texera
e Romano de Mãe-d’água!


É o Brasi das caboca,
qui de noite se dibruça,
machucando o peito virge
no batente das jinela...
Vendo, os caboco pachola
qui geme, chora e soluça
nas cordas de uma viola,
ruendo paxão pru ela!


É esse o Brasi caboco.
Um Brasi bem brasilero,
sem mistura de instrangêro
Um Brasía nacioná!


Brasi, qui foi, eu tô certo
argum dia discuberto,
pru Pêdo Arves Cabrá

Zé da Luz




Minha tristeza é tola,
quanto mais dói, mais é tola...
Sou timidamente triste.
Porque a alegria,
ah, essa voa!
E só de brincadeira e bicicleta,
eu sei voar...

Dani Lisboa


MARÉ

Oro,
E até mesmo choro.
Não um choro roco de se temer
Não lágrimas de sangue
De quem não sabe perder.
Lágrimas doces, apesar de salgadas,
De quem soube ganhar.
Memórias sóbrias
Às vezes até mesmo ébrias
De quem lhe tomou a amar.

Parte,
E leva contigo essa parte que não fica
Essa arte que transpões,
Todo esse clarão que lhe segue

E fica!
Por onde teus pés andaram...
Onde gargalham os anjos de saudades,
E fica...
Onde suas palavras ecoaram.

Vai!
Vai ver se tua casa é bonita,
Se há rosas, janelas e tulipas!
Se há doces, amigos e andorinhas...

E deixa...
Deixa que o amor da gente
Invada-lhe quando puder
Que esse choro raro,
Essa prece à claro
Vá guiar-lhe onde estiver...
Pois saudade é grande...
Mas o caminho é a maré!

Maria Mecanizada
(Para o Caio)



METADE


Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.

Piaf


Há uma eminência, uma embriaguez que incomoda e nos comove outrora, em Piaf. É sólido de estruturas e fotografias que nos remete uma respiração constante, propícia das produções francesas. É claro, que a figura da Edith, uma mulher defronte de seu tempo, à frente de sua história, nos conta o quanto é preciso imunizar-se, enquanto ser, logo, apropria-se do perigo que é viver. Portanto, o filme identifica essa imagem, enquadra, edita, e nos conduz, não a uma simples biografia cinematográfica, e sim, a um longa-metragem contraditório, com fotografias que identificam seus artistas, desde a direção, até seus coprodutores. É feliz, na arte de encinemar, e muito mais feliz na arte de tornar a emoção e a razão tão próximas. Pena que não podem se unificar!

Imagens...












Você tem fome de quê? Ensaio Gastronômico social em dois atos

Por Marcelo Benigno*


Quando era pequeno, o que mais me estimulava a ir para a escola era a culinária de minha mãe. Ao sair do colégio, quase ao meio dia, com a barriga roncando, eu ficava imaginado que prato ela iria preparar para o almoço. Cada dia era uma surpresa diferente: cortado de abóbora com quiabo, arroz com açafrão, feijão verde temperado com coentro e cominho, salada de alface fresquinha, colhida ali na hora... Hum!
Não éramos ricos e nossa comida era simples, porém feita com muito amor e respeito, ingredientes fundamentais a qualquer refeição e atividade na vida, além, é claro, do carinho, segredos, temperos e alquimia da minha mãe, que condicionavam o sabor e a alegria de cada refeição.
Hoje, moro numa das Residências Universitárias da UFBA, em Salvador. Meus vizinhos mais próximos são seis ratazanas noturnas e várias baratas ninjas voadoras, que insistem em freqüentar meu quarto, mesmo após o velório de duas de suas amigas, ontem à noite, perto da minha cama.
Aqui, a comida não é motivo para estímulo, muito pelo contrário.
Estou com uma enxaqueca horrível devido ao jantar de hoje que “não bateu legal.”
De um tempo para cá, a qualidade total, como dizem por aí, caiu vertiginosamente aqui na residência. Recentemente, o Restaurante Universitário, sediado aqui na Residência Um (R1), no Corredor da Vitória, em Salvador, foi fechado para reparos, devido aos estragos das chuvas.
Desde então, as refeições são feitas em cada residência, (que são três), proporcionando uma desorganização total, para residentes e funcionários.
E ninguém reclama do feijão cru do almoço ou da carne “verde” servida nesta semana! Num país onde uma maioria passa fome questionar a alimentação é algo intolerável, quase uma blasfêmia! E olha que somos cobertos por vários profissionais especializados que garantem a qualidade, cardápio e seleção da nossa alimentação fresquinha e nutritiva, diariamente!
Sem mencionar que somos constantemente cobrados por nossos rendimentos acadêmicos com uma alimentação que não nos estimula ou nutre suficientemente. Não vou entrar no mérito dessa questão, pois alimentação sadia e bem feita, (observe que não estou falando alimentação cara, sofisticada ou coisa parecida) é fundamental para o funcionamento e desenvolvimento das atividades físicas e mentais de cada um.
Muitos dos residentes, assim como eu, estudam o dia inteiro, num corre-corre diário. Alguns, devido às matérias obrigatórias de seus cursos, têm atividades físicas “puxadas”, que exigem pré-disposição e resistência, mas como?!
Não sou desses que questionam por nada ou por causas obsoletas!
O problema é que se ninguém reclama, é porque não está incomodando!
Correto?!
Onde estão os futuros sociólogos, psicólogos, médicos, nutricionistas, pedagogos, advogados, artistas e afins dessa casa?!
Por que ninguém deixa de comer a sopa mal feita, que parece mais uma lavagem para porcos?! Será que eu que sou fresco demais ou ninguém percebe isso?!
Aliás, parece que os residentes têm se tornado animais irracionais, que só agem por instinto, pois ao invés de lutar por uma causa de todos, já que vivemos e dividimos um espaço coletivo, preferem, às 9 horas da noite, lanchar no Mc Donald´s ou pagar por uma coxinha gordurosa e sadia ao rapaz do lanche, que religiosamente, passa na rua oferecendo seus serviços aos residentes famintos que se digladiam, por um salgado ou fritura, garantindo uma noite de sono tranqüilo, livre de pesadelos ou da insônia causados pela fome mal saciada do café – jantar, servido as 5:30h da tarde, na casa.
E assim vai se levando a vida na casa e na capital da alegria, entre uma alimentação de qualidade e sabor questionáveis, aos ratos e baratas constantes, que lembram metaforicamente a nossa situação decadente, às discussões sem propósitos e temperamentais, regradas pelo machismo típico de uma casa povoada exclusivamente, por homens-universitários, que certamente, contribuirão para a formação de nossa sociedade atual com todos seus genomas, estereótipos e dominações mais conhecidos e insistentes.

MAS AFINAL, DE QUEM É A CULPA NESSA HISTÓRIA?

Dos Funcionários da casa? Dos Residentes? Da Superintendência Estudantil ou da UFBA?! (...)
E se não existissem as residências universitárias, quantas pessoas seriam prejudicadas?! Quantos empregos não existiriam?! Quanto de verba seria gasta com outros projetos mais importantes para a UFBA?! Somos os únicos a passar por problemas desse tipo?!
O que está acontecendo, Magnífico Reitor?
A UFBA não se importa se comemos bem ou mal. Para ela, o importante são os números, os atendimentos que ela faz há tantos estudantes carentes que precisam estudar na capital.
Eu sempre fui um dos primeiros a assumir que sou um Residente Universitário, carente, pobre, caipira, filho de lavradores do interior da Bahia, mas com todo orgulho, dignidade e fé na minha cultura e história.
Nunca passei fome ou necessidade na vida!
Já venci a seca, a politicagem do interior, a falta de emprego, as más administrações públicas, mas nunca passei por uma situação como esta!

O que fizeram com a nossa dignidade, meu Deus?
Não estamos cuspindo no prato que comemos, mas exigindo respeito e dignidade para todos!
Falar de fora é fácil.Vem aqui e sinta na pele esta sensação!
Convivemos nessa casa, entre estudantes e funcionários boa parte da nossa graduação e parece que somos todos estranhos, fechados nos nossos mundinhos patéticos e egoístas.
Se não lutarmos por uma residência digna, estaremos sendo cúmplices de um processo de acomodação típico do povo brasileiro, intrínseco da mais comum forma de dominação, aquela que aliena psicologicamente e burocraticamente a todos.

Colegas, sejam os atores sociais do seu tempo! Não assistam a vida passar diante de vocês ou pela televisão! Assumam os palcos da vida!
Vivemos numa democracia e a opinião é pública, graças a Deus!!
É inquestionável o valor e a importância da Residência Universitária para a comunidade e para nós, que pessoalmente, usufruímos dela.
Mas uma coisa não tira o valor da outra! Esta residência já foi uma casa acolhedora, mas hoje está abandonada, e cada vez mais vai chegando gente, que vê, olha, senta, come, dorme, defeca, se acostuma, se acomoda e ainda consegue sorrir!
É a alegria típica de uma Bahia subdesenvolvida, de um Brasil Brasileiro turístico e comercial!
Relaxa, senão não encaixa!
Minha Cidade é linda demais!

Tenho fome de tudo!
Cultura, arte, lazer, dignidade, alimento...
Tenho saudade mesmo é da comida de minha mãe, da minha família, da minha alegria, do meu emprego, que não posso ter aqui, estudando em dois turnos, da minha cidadania perdida na capital...

E quanto a vocês, amigos residentes, continuarão como porcos comendo sua lavagem cerebral costumeira? Já se acostumaram com os ratos e baratas insistentes?!
Eu vou dormir, pois o único ovo cozido, que comi no jantar, e que não me fez bem, insiste em ficar no meu estômago mesmo vomitando–o pela terceira vez.
Mas ele vai sair!
Até os porcos vomitam, porque eu não?!
Amanhã será um novo dia!
O segundo ato poderá ser feito por vocês!
Boa digestão a todos!
Por hoje é só, pessoal!

Salvador, 13 de abril de 2005, às 11:30 da noite.

* Marcelo Benigno é ator, arte-educador, diretor teatral, graduando em Artes Cênicas- Licenciatura, pela UFBA, Residente Universitário da R1, no Corredor da Vitória, em Salvador.
marcelobenigno@hotmail.com
Escreva, dê sua opinião!