segunda-feira, 25 de março de 2013

As dez faces de Deus pelo mundo...

Do lúdico ao trágico, das histórias contadas, das poesias e das prosas...
Dos absurdos que se escuta, dos versos entoados com melodias dos Provérbios e dos ditos populares que se encerra a nos dizer...
Que Deus é Brasileiro...
E por ventura se dizerdes sobre as varias faces de Deus pelo Mundo, o que teríamos até então?
Se Deus fosse americano? Deus seria capitalista.
Se Deus fosse colombiano? Deus seria traficante.
Se Deus fosse holandês?  Ta na cara seria maconheiro.
Se Deus fosse alemão? No popular, brameiro.
Se Deus fosse iraquiano? Terrorista.
Se deus fosse israelita? Genocida.
Se Deus fosse japonês? Pau pequeno.
Se Deus fosse africano? Deus seria...
Se Deus fosse do vaticano? Deus seria pedófilo.
Se Deus fosse brasileiro? No mínimo, seria corrupto...
Poderia por fim, enumerar várias faces de Deus pelo mundo...
Mas, no entanto, essas já bastam.
Mas, se vier dizer que Deus, é brasileiro...
Diria: “Isso é conversa para boi dormir...”, em seguida,
"Bons sonhos..."

André Nunes
Robson Ferraz

segunda-feira, 18 de março de 2013

Segunda (18), marca ato público contra o deputado Marcos Feliciano em Picos

Manifestantes promoveram na manhã desta segunda (18), em Picos, uma manifestação contra a eleição do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. O grupo que se concentrou na Praça Félix Pacheco iniciou o ato a partir das 8hrs, levaram cartazes, apitos, faixas, mobilizaram cerca de 50 pessoas, entre membros de entidades civis organizadas, entidades estudantis da UFPI e UESPI, representantes públicos, imprensa local, entre outros.
O deputado é alvo de protestos porque, em 2011, fez declarações polêmicas em redes sociais sobre africanos e homossexuais. Ele é alvo de ação penal no Supremo por estelionato e de inquérito no qual foi acusado de discriminação por frase supostamente homofóbica.
Em nota, Feliciano informou que  respeita a democracia, mas que não vai ceder a pressões e não vai se afastar da Presidência da Comissão de Direitos Humanos.
Nesta quarta-feira (13), Feliciano retirou da pauta da reunião da Comissão de Direitos Humanos projetos polêmicos que envolvem relações homossexuais e racismo. A pauta anterior, divulgada na noite de segunda (11), previa a análise de nove itens, entre eles, proposta que sugere a convocação de um plebiscito para consultar a população sobre a união civil de pessoas do mesmo sexo.
Após ser mantido do PSC no comando da comissão, Feliciano disse que a pauta anterior não havia sido elaborada por ele. "Eu vou analisar a pauta. Aquela não foi feita por mim", disse após reunião da bancada do PSC.
 






















segunda-feira, 4 de março de 2013

Direitos Humanos e Combate à Homofobia



Nessa segunda (04), houve o I Encontro de Temas Sociais da UFPI, tratando exclusivamente nesse encontro sobre o tema Direitos Humanos e Combate à Homofobia: Uma discussão sobre o contexto brasileiro desde o início do século.
Esse encontro contou com a presença dos professores Alexandre Joca, Paulo Mafra e Andreya Macêdo, além da coordenadora municipal de políticas para LGBT, Jovana Baby.
Tratando de um tema muito importante para as reflexões das ações humanas, a professora Andreya Macêdo, falou dos direitos humanos, e quais as problemáticas que vem sendo abordadas com os direitos LGBT. Na prática ainda há uma violência implícita, que por trás de uma ação que é denominada pelos especialistas e pesquisadores, a heteronormatização, que definha os indivíduos diferentes desse ser ideal.
Houve ainda as alfinetadas nos fundamentalistas que dominam os espaços onde são tomadas as decisões públicas, algo inclusive que aparece na fala de Jovana Baby, onde para a mesma “a escola ainda não parece ser o grande problema para a conscientização para os direitos humanos, mas esses espaços que de fato precisam ser modificados e darão muito trabalho pela frente, são as bancadas ideológicas que ainda se conservam em plena ditadura parlamentar”.
A importância desses debates para a comunidade é de fundamental relevância, quando estamos em meio a uma crescente despolitização e crises de valores fundamentais, como o respeito mútuo, a desvalorização do ser pelo capital, a crescente falta de solidariedade que nos encaminha para as barreiras invisíveis, enfim, o mundo qual habitamos, apesar do tempo poder nos ensinar, ainda não discutimos as experiências nem as refletimos como deveríamos, e sem dúvida, os principais problemas ainda são os nossos, pois quando forem os alheios, estaremos nos olhando com fraternidade.