quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Sistema Coringa

Histórico 

Modelo dramatúrgico criado por Augusto Boal para permitir a montagem de qualquer peça com elencos reduzidos, alterando as tradicionais relações narrativas do gênero dramático, apoiado numa proposta épica e crítica.
Após o golpe militar de 1964, os homens de teatro se vêem numa situação paradoxal: há pouco público e inexistem peças que retratem as profundas mudanças ocorridas na realidade. A primeira experiência de uso do Coringa dá-se em Arena Conta Zumbi, pelo Teatro de Arena, em 1965.
No Rio de Janeiro, Augusto Boal dirige Opinião, no ano anterior, espetáculo que enfeixava as experiências de ex-cepecistas, sobretudo apoiados nos esquemas dramatúrgicos criados pelo "agit-prop". Opinião é uma colagem de fontes diversas: músicas, notícias de jornal, citações de livros, cenas esquemáticas e depoimentos pessoais situando as três realidades em cena, nucleadas em torno de Nara Leão (a classe média intelectualizada), João do Vale (o migrante nordestino) e Zé Kéti (o sambista de morro).
Com essa experiência dramatúrgica na bagagem, Augusto Boal integra o coletivo de artistas que cria Zumbi. Trata-se aqui de colocar em cena um episódio complexo da história brasileira: a luta dos quilombolas de Palmares e sua resistência ao jugo português. Mas o Arena enfrenta dificuldades materiais, desde o pequeno palco e espaço cênico até um elenco reduzido. Escolhido o tema, os locais de ação e as principais personagens - a saga da luta antiescravagista -, a solução cênica encontrada toma o aspecto de um grande seminário dramatizado, com os oito atores representando todas as personagens, revezando-se no desempenho das pequenas cenas focadas sobre os pontos fortes da trama, deixando a um ator coringa a função narrativa de fazer as interligações entre fatos, pessoas e processos, como um professor de história organizando uma aula e dando seu ponto de vista sobre os acontecimentos. O emprego da música ajuda as passagens de cena, acrescentando tons líricos ou exortativos de grande efeito. Augusto Boal, Gianfrancesco Guarnieri e Edu Lobo assinam a realização.
A montagem de Arena Conta Tiradentes, em 1967, aprofunda a experiência e surge explicada teoricamente em "O Sistema Coringa", redigido por Boal. O sistema evolui conceitualmente, desenvolvido para ser aplicado a qualquer texto teatral, permitindo, desse modo, tanto o barateamento da produção quanto a implantação de proposições estéticas, ligadas a um modo épico e dialético de expor a trama.
São empregados quatro procedimentos: a desvinculação ator/personagem (qualquer ator pode representar qualquer personagem, desde que vista a máscara correspondente), perspectiva narrativa unitária (o ponto de vista autoral é assumido ideologicamente pelo grupo que faz a encenação), ecletismo de gênero e estilo (cada cena tem seu estilo próprio - comédia, drama, sátira, revista, melodrama, etc. - independentemente do conjunto, que se transforma numa colagem estética de expressividades), uso da música (elemento de ligação, fusão entre o particular e o geral, introdução do ingrediente lírico ou exortativo no contexto mítico e dramático).
O Coringa é uma personagem onisciente que altera, inverte, recoloca, pede para ser refeita sob outra perspectiva uma cena, sempre que sinta necessidade de alertar a platéia para algo significativo, concentrando a função crítica e distanciada.
Função oposta ocupa o protagonista, o herói. Ele deve ser naturalista, fechado em sua lógica causal e psicológica, sempre representado pelo mesmo ator, destinado a criar e dar corpo à dimensão do particular típico, insuflando a ilusão cênica e materializando a dimensão mítica, uma vez que se destina à identificação e ao fomento da empatia junto ao público.
O conjunto de tais procedimentos é especialmente épico, oriundo de Bertolt Brecht, mas não deixa de abrigar, igualmente, uma tentativa de conciliar o historicismo proposto pelo distanciamento brechtiano com o particular típico, como concebido por Lúkacs, outro teórico marxista que defende um herói mítico e fechado sobre si mesmo.
O sistema é examinado e tem suas propostas rebatidas no livro O Mito e o Herói no Moderno Teatro Brasileiro, por Anatol Rosenfeld. Tomando ponto por ponto os aspectos polêmicos da proposta de Boal, o crítico expõe os limites e contradições que apresenta, concluindo pela impossibilidade de sua aplicação a qualquer peça, como pretendia ser seu objetivo central.
E especificamente sobre Tiradentes, observa: "O herói, embora criticado pelos seus erros e cercado por um aparelho distanciador, é levado inteiramente a sério como herói (...) não chegando a ser suficientemente mito para colher as vantagens estéticas do arquétipo monumental. Mas de outro lado tem do mito a esquematização extrema de modo a não render suficientemente na dimensão da análise histórico-social e da vigência empática. A não ser que nos enganemos, Boal não deseja que se aplique a Tiradentes a sua excelente formulação: 'sempre os heróis de uma classe são os quixotes da classe que a sucede'. O herói, tal como proposto na peça, seria hoje um ser quixotesco, como o Hércules de Dürrenmatt".1
Na base dessas discussões encontram-se questões estéticas e ideológicas muito amplas, que devem ser reportadas às distintas soluções propostas por Bertolt Brecht ou por Lúkacs; ou seja, os modos diversos de se dialetizar artisticamente a perspectiva crítica e histórica.
Após Zumbi e Tiradentes, o coringa volta a ser empregado por Boal em A Lua Muito Pequena e a Caminhada Perigosa, texto integrante da Primeira Feira Paulista de Opinião em 1968 e em Arena Conta Bolivar, criação vitimada pela Censura e apresentada apenas no exterior, em 1970. Ainda que pleno de contradições, é ele utilizado por muitos grupos latino-americanos, ao longo dos anos 1970, que encontram assim um modo de ação política compatível com o fechamento dos regimes políticos do período. Em modo evoluído e diverso, ajuda Augusto Boal a definir e propor, logo a seguir, o Teatro do Oprimido.
Ao longo das décadas seguintes, no Brasil, algumas das técnicas teatrais nascidas ou criadas no sistema coringa acabam por ser empregadas em outros contextos, utilizadas como recursos de linguagem, sem obedecer, todavia, às suas determinações ideológicas. São exemplos: o rodízio de personagens do elenco por meio da substituição de adereços; o amálgama de gêneros diversos numa mesma cena ou peça; o emprego de recursos narrativos mesclados com cenas dramáticas, etc., tornando o Sistema algo assimilado e diluído, mais uma prática do que um modelo, no cotidiano do fazer teatral.
Notas
1. ROSENFELD, Anatol. O mito e o herói no moderno teatro brasileiro. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1996. p. 38.

Gasto social com educação é o que mais eleva o PIB

Segundo estudo do IPEA, que usou como base dados de 2006, cada R$ 1 gasto com educação pública gera R$ 1,85 para o PIB, e o mesmo valor investido na saúde gera R$ 1,70. Foram considerados os gastos públicos assumidos pela União, pelos estados e municípios. Quando se calcula o tipo de gasto social que tem o maior efeito multiplicador na renda das famílias, em primeiro lugar aparece o Bolsa Família. Para cada R$ 1 incluído no programa, a renda das famílias se eleva 2,25%. Gastos sociais fizeram o PIB brasileiro crescer 7% entre 2004 e 2008.
IPEA
Em seu Comunicado nº 75, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela a importância que os gastos sociais adquiriram no Brasil para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e a redução das desigualdades. Segundo o estudo, que usou como base dados de 2006, cada R$ 1 gasto com educação pública gera R$ 1,85 para o PIB, e o mesmo valor investido na saúde gera R$ 1,70. Foram considerados os gastos públicos assumidos pela União, pelos estados e municípios.

Os chamados gastos sociais fizeram o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro crescer 7% entre os anos de 2004 e 2008, segundo o estudo "Gasto com a Política Social: Alavanca para o Crescimento com Distribuição de Renda" produzido pelo Ipea e divulgado quinta-feira. Durante o período, o PIB do País teve avanço real de 27%, segundo o instituto.

Ao comparar tipos diferentes de gasto social, o Comunicado concluiu que aquele destinado à educação é o que mais contribui para o crescimento do PIB, haja vista a quantidade de atores envolvidos nesse setor e os efeitos da educação sobre setores-chave da economia. “O gasto na educação não gera apenas conhecimento. Gera economia, já que ao pagar salário a professores aumenta-se o consumo, as vendas, os valores adicionados, salários, lucros, juros”, explicou o diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão.

Abrahão apresentou o estudo ao lado de Joana Mostafa, técnica de Planejamento e Pesquisa do Ipea. Por sua vez, quando se calcula o tipo de gasto social que tem o maior efeito multiplicador na renda das famílias, em primeiro lugar aparece o Programa Bolsa Família (PBF). Para cada R$ 1 incluído no programa, a renda das famílias se eleva 2,25%. “A título de comparação, o gasto de R$ 1 com juros sobre a dívida pública gerará apenas R$ 0,71 de PIB e 1,34% de acréscimo na renda das famílias”, acrescenta o Comunicado, intitulado Gastos com política social: alavanca para o crescimento com distribuição de renda.

O texto afirma ainda que 56% dos gastos sociais retornam ao Tesouro na forma de tributos. “O gasto social não é neutro. Ele propicia crescimento com distribuição de renda. Ele foi muito importante para o Brasil superar a crise de 2008. Esse gasto tem uma grande importância como alavanca do desenvolvimento econômico e, logicamente, do bem-estar social”, concluiu Abrahão.

Tempo, disciplina de trabalho e capitalismo industrial

Thompson, nesse texto, faz uma forte crítica ao processo de desenvolvimento industrial e como esse desenvolvimento é experienciado pela sociedade contemporânea. Coloca o problema da introdução do relógio nas relações de trabalho e como os trabalhadores interagem com esse relógio de interesses, introduzidos para o controle social dos trabalhadores nos primeiros momentos da primeira Revolução Industrial.
Aos poucos, segundo Thompson, os trabalhadores que tinham uma relação temporal com seu ofício e se apropriavam do mesmo para a justificativa de seus dias e horas trabalhadas, teriam que aderir a um novo controle rígido, impulsionado pelas horas de trabalho impostas pelas necessidades gerais, não mais baseadas em seus trabalhos e necessidades individuais.
Ainda explica que essa modificação gera fortes crises e manifestações dos trabalhadores, que resistiram até o século XIX, quando a segunda fase da Revolução Industrial acontece e requer que essa disciplina exigida no trabalho se intensifique na escola, para o enraizamento desses ideais na cultura da população.
Thompson, fala ainda de como os processos de desenvolvimento industrial não se voltam simplesmente para o contexto industrial, mas se mostram na economia, política, organização social, enfim, na cultura em geral. Fala ainda de como esse processo canalizou forças e disciplinou a sociedade moderna ao trabalho fabril, já que os jovens saem prontos para as exigências do mercado de trabalho, a respeitar regras, hierarquias, horários, e se opondo, são punidos como regulamenta as leis.
Repensar o processo de industrialização iniciado ainda no século XVI e suas fases, no faz voltar a própria cultura contemporânea, e nos faz perguntar pelos horários de dormir, e de levantar, de comer e de descansar, não simplesmente para entender, mas para nesse processo de conhecimento, compreendermos e levantarmos para a criação de uma sociedade onde as necessidades comuns não se submetam as necessidades individuais.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Sessão da Câmara é marcada por retirada de projeto da meia entrada estudantil e protesto de estudantes






A sessão ordinária da Câmara Municipal de Picos realizada nesta-quinta-feira, 22 de novembro, foi marcada por protestos, acusações e bastante tumulto. Um dos motivos foi o projeto de lei de autoria do vereador Diógenes Medeiros – PPS sobre a meia-entrada estudantil.

Estudantes de escolas públicas e particulares, do ensino fundamental, médio e superior das instituições com sede no município de Picos, se mobilizaram e realizaram uma manifestação contra o projeto de lei do vereador que determina o fim da cobrança de meia-entrada para estudantes em eventos como o Picos Fest e com artistas e bandas de nível nacional.

Segundo Diógenes Medeiros o motivo para a criação do projeto foram falsificações de carteiras estudantis por parte de pessoas que não eram estudantes,com o intuito de tirarem proveito e com isso tivessem acesso ao Picos Fest por metade do preço. “É uma emenda de lei que apresentei especificando dois eventos que haveria a meia entrada da carteira estudantil, porque nós recebemos uma denuncia na época do Picos Fest, que estavam sendo falsificadas mais de 500 carteiras para pessoas que não eram alunas se beneficiarem desse evento. Não sou o promotor desse evento, não recebo custos financeiros desse evento. Apresentei esta emenda especificando o Picos Fest e festas com artistas e bandas a nível nacional”, ressalta.

Para o representante da UNES – União dos Estudantes do Ensino Superior, Washington Torres, o vereador Diógenes Medeiros, pretende com o projeto, eliminar uma conquista da classe estudantil. “Ele quer acabar com a meia entrada estudantil em eventos realizados na cidade de Picos para beneficiar os promotores de grandes eventos no município e para se beneficiar ele tirou a meia entrada dos carnavais fora de época e micaretas e ainda fez terrorismo psicológico com os estudantes, dizendo que ia acabar tudo se não tirasse a meia entrada estudantil”, acusa.

O projeto que seria colocado na pauta de votação durante a sessão desta quinta-feira, 22, foi retirado pelo parlamentar após conversa com estudantes que integram o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e Universidade Estadual do Piauí (UESPI), que aconteceu antes do início da sessão. “Conversei com os presidentes dos DCE’s das universidades federal e estadual e decidimos que precisamos amadurecer o projeto)”. Disse Diógenes.

O coordenador de formação política do DCE 20 de junho da UFPI, Maurício Martins, disse que a comunidade estudantil entende que o projeto lesaria o direito dos estudantes e decidiu formar uma equipe para conversar com Diógenes Medeiros e expor os motivos do descontentamento. “Montamos uma comissão para falar com o vereador, que nos recebeu um pouco antes da sessão, apresentamos para ele nossas ponderações, e ele de maneira muito aberta discutiu as ideias conosco e achou por bem retirar o projeto da pauta de hoje da sessão da Câmara”, comenta.



Washington Torres demonstrou sua insatisfação com os representantes dos DCE’s da UFPI e UESPI, que tiveram uma conversa com o vereador Diógenes, convencendo o parlamentar a retirar o projeto de votação da sessão desta quinta-feira. “Chega uma galera que não participou de nada, faz um conchave com Diógenes lá dentro, para em uma atitude vingativa transferir a expedição das carteiras para o DCE da Federal (UFPI)”, destaca.
Troca de acusações
A sessão da Câmara foi interrompida devido ao barulho de estudantes presentes no Plenário do legislativo e que protestavam constantemente no momento do pronunciamento do vereador Diógenes. Após alguns minutos de paralisação a sessão foi retomada e Diógenes Medeiros acusou Washington Torres de distorcer o objetivo do projeto de lei. “Washington, que está ai perpetuando no poder por mais de 30 anos, jogou uma nota nas redes sociais dizendo que eu queria acabar com a meia entrada estudantil, e isso é uma inverdade. Vou propor aqui aos alunos que descentralizem este poder e tire esse poder deste cidadão. Eu não estou propondo o fim da meia entrada estudantil nos eventos culturais, em cinemas, em passagens de ônibus e nem em estádios municipais”, afirma.

Washington disse que Diogenes aproveitou o fim do período letivo para que o seu projeto fosse aprovado.  "Ele foi muito esperto em colocar o projeto para votação em um período em que os estudantes estavam nas provas finais, mas mesmo assim estamos aqui presentes. Se ele colocar este projeto para o começo do próximo ano estaremos aqui novamente, não vamos deixar ele usar a mídia para insinuar que há “derrame” de carteiras falsas. Se for pra apertar, vamos acionar o Ministério Público e processá-lo e vamos fazer a coisa valer. Podemos processá-lo por denúncia caluniosa”, enfatiza.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Site da UFPI inativo!?



Atenção estudantes e colaboradores da Universidade Federal do Piauí, essa mensagem é um alerta para a fiscalização do site da UFPI.

Há mais de três anos venho monitorando o site, que além de não ser ter o melhor servidor e layout, ainda sofre por falta de conteúdo e estruturas fundamentais para o funcionamento burocrático da universidade. Não são feitos testes nem pesquisas para avaliação do site pelos internautas, não é prestada a assistência adequada para as modalidades de pesquisa, ensino e extensão que estão inativadas no site, e muitas vezes encontraremos no lugar de um documento importante, uma mensagens: “Ocorreu um erro”, ou “Pagina Não Encontrada”. Enfim, é um verdadeiro esquecimento.

Um exemplo é a falta de acesso a documentos, como os Formulários de Projeto ou/e Programas de Extensão, o que impossibilita até mesmo o acesso aos formulários, instruções para Elaboração de Projeto e Programas.

O que assusta, porém, nem é a falta simplesmente, mas o descaso, quando essas páginas estão inacessíveis há mais de seis meses.

Os servidores não providenciam os documentos para preenchimento das lacunas, no site. Os responsáveis pelos encaminhamentos de projetos e programas de extensão, do interior para a capital, não sabem informar sobre o caso. Os estudantes não se interessam pelo assunto, inclusive por grande maioria deles, e isso não é novidade, não querer, talvez por não conhecer o processo de produção de projetos.

E o problema chega até a linha dos docentes, que talvez nem sequer sintam falta desses formulários, quando os mesmos são os menos incentivados a produzirem.

Sem incentivos, sem interessados e sem formulários, infelizmente não seremos nenhum exemplo entre as universidades do Brasil em produção e execução de projetos.

Se você é estudante ou colaborador da UFPI, envie sua mensagem para o NIT Online no site ufpi.br, e solicite a manutenção dos links que estão inativos, além de divulgar essas informações e destacar sua posição frente a essas questões e outras não suscitadas nessa mensagem.

A corrupção no Brasil está relacionada com desigualde e pobreza segundo ONG Transparência Internacional



Nos últimos dias, tivemos notícias nas redes sociais, nos jornais digitais, impressos, televisionados, rádio, entre outras mídias que exploram as notícias públicas, algo que girava em torno da percepção de corrupção internacional, através de resultados das avaliações da ONG Transparência Internacional, observando alguns empecilhos para o melhor posicionamento de alguns países, e fatores destacados como a correlação indubitável entre pobreza, desigualdade, democratização e a percepção de corrupção.
Falam ainda de uma importante e galgada melhor posição do Brasil, demonstrando, inclusive, o quanto a punição de figuras públicas com cobertura da mídia nacional, podem até prevenir algumas ações corruptas de determinados atores.
As análises demonstram o quanto a Europa é resistente, mas ainda afetada pela crise. A Ásia e África aparecem com números preocupantes, a América do Sul tem seus números mais negativos na Venezuela e no Paraguai, o que não anula a o percentual baixo dos demais países sul-americanos.
O que se pode esclarecer para a população, é que sua organização pode e deve ser por cooperação, dando-se pela produção de coletivos para discutirem as questões observadas no meio social que estão relacionados com a alta percepção de corrupção, colocando as questões e decidindo como solucioná-las coletivamente, consensualmente, de forma que a diminuição do desemprego, melhoria coletiva de salários, diminuição do custo de vida e reformas que visem a maior estabilidade econômica para as famílias, além de educação e tratamento justo e adequado nas áreas de saúde, saneamento e demais setores. Possibilidades observadas e definidas ao longo das discussões podem a todo vapor, gerar pressões populares nos setores do governo.

Manifestar-se para as mudanças de políticas públicas, criação de projetos que contemplem as necessidades comunitárias e sociais mais precárias e a garantia de que esses projetos sejam pensados e aplicados urgentemente, afinal, já esperamos demais!

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Demônios não me mordam.


A UFPI, “cagando” mais uma vez no pau, com o perdão da palavra. O SIGAA, sistema recém-apresentado para a comunidade acadêmica de Picos, não foi suficiente para fazer a matrícula nos últimos dois dias no Campus, foi necessário muita paciência e como todos os problemas, aguardar serem resolvidos em nossa digníssima capital, Teresina.
Acorda ufpianos... Com seus anus!

Comunidade Judaica

מְדִינַת יִשְׂרָאֵל (Medīnat Yisrā'el)

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Procura-se maluco... Para morar na Comuna Berbére

Procura-se maluco... Para morar na Comuna Berbére... Quarto livre... Um cachorro pra cuidar duas vezes na semana... Casa pra limpar uma vez na semana...
 Esquema das louças: sujou...? limpou!... Esquema do jardim e das árvores: pega a mangueira e rega!... Não deixar o cão dentro da casa, caso não queira ter dois!...
 Sempre fale sobre os problemas que perceber, caso não queira ter que limpar o tapete todo de uma vez e só!... Não pise na horta... Não leve malucos estranhos de mais ou desconhecidos para a Comuna, caso não queira mudar!
 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Movimento?



O movimento é um trago. Um instante e ele se dispersa. A quantidade, nem sempre remete qualidade, e a recíproca é verdadeira. Vontade é importante, coletividade indispensável, ética, iniciativa, fácil adaptação e assimilação das possibilidades e limites no âmbito do trabalho, apropriação de ideias e reconhecimento dos pares, são princípios básicos do trabalho em equipe. A divisão de tarefas e os líderes ou representantes pode ser uma opção, se todos preferirem dialogar, é importantíssimo o espaço para o diálogo e avaliação permanente dos resultados obtidos e se são parte dos objetivos planejados ou metas esperadas.